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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Crime Organizado Federal - Dois milhões bastam para comprar voto favorável

No Brasil PeTralha, qualquer cargo do qual dependa a manutenção no "puder", sempre será muito bem remunerado com o dinheiro público.
Honra e Justiça são valores desconhecidos para aqueles que insistem em declarar que não importam os meios. O que importa a estes elementos é a perpetuação no poder.

OEB
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Bomba! Escritório do Ministro “novato” do STF recebeu dispensa de licitação de R$ 2 Milhões do Governo Federal

Conteúdo: implicante.org
do site: portali9.com.br
por Marlos Ápyus

Fabiano Portilho

Luis Roberto Barroso, Ministro do STF e proprietário do escritório de advogados, Luis Roberto Barroso & Associados
Não é só Dias Toffoli quem vem mantendo relações questionáveis com instituições que necessitam de seu julgamento em Brasília. O alerta foi feito pelo perfil @arykara no Twitter:
A informação não necessita de melhores fontes uma vez que foi retirada diretamente do Diário Oficial da União:
A cronologia dos eventos levanta suspeitas a respeito da independência do ministro Barroso:
20 de junho de 2013
Luis Roberto Barroso inicia seus trabalhos junto ao STF.
12 de agosto de 2013
Escritório ligado ao nome do ministro é beneficiado pela União com inexigibilidade de licitação num valor que ultrapassa os 2 milhões de reais.
11 de setembro de 2013
Luis Roberto Barroso vota pela reabertura do julgamento do mensalão, voto este que pode ser decisivo para livrar da cadeia alguns mensaleiros ligados ao governo.
Ontem, durante voto do ministro Marco Aurélio Mello, Barroso pediu a palavra para defender a suposta independência que possuía:
Parece irrelevante a opinião pública, e fico muito feliz quando uma decisão do tribunal constitucional coincide com a opinião pública, mas se o que considero certo não bate com a opinião pública, eu cumpro meu papel. A multidão quer o fim desse julgamento, e eu também. Mas nós não julgamos para a multidão, nós julgamos pessoas. [...] Não estou aqui subordinado à multidão. Não tenho o monopólio da certeza, mas tenho o monopólio íntimo de fazer o que acho certo.
(grifos nossos)
Irritado com as críticas recebidas, o ministro Marco Aurélio Mello não se furtou de em plena corte chamá-lo de “novato”. Se Barroso possui de fato o “monopólio íntimo” de fazer o que acha certo, talvez seja justo aguardar que torne público esclarecimentos sobre sua real relação com o escritório em seu nome.
Fonte: Implicante
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Conteúdo VEJA Por Reinaldo Azevedo

Barroso decide dar um piti; Marco Aurélio o enfrenta com brilho e o chama de “novato”

Roberto Barroso decide dar um piti. Diz que serve à Constituição, não à multidão. Está querendo dizer, por acaso, que o mesmo não se dá com os outros? Lembro que ele foi o primeiro a afirmar que voto contrário ao dele era “casuísmo”. Ninguém atacou o seu voto, é bom deixar claro. Ele, sim, foi deselegante com os demais. Marco Aurélio enfrenta Barroso e o chama de “novato”.
Barroso foi, sim, extremamente agressivo com Marco Aurélio e com o STF. Marco Aurélio está de parabéns. E Barroso, finalmente, se revela.
Por Reinaldo Azevedo
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O povo brasileiro pode esperar acontecimentos dos mais absurdos.
OEB
Roda no facebook - "CELSO DE MELLO E DIRCEU MORARAM JUNTOS EM 1968
EM SÃO PAULO NUMA REPÚBLICA DE ESTUDANTES.
"

Conteúdo: Geração meia-oito - conjur.com.br/

Onde estavam personagens do mensalão há 40 anos

Por Maurício Cardoso
1968, o que fizemos de nós é o nome de um belo livro, do jornalista Zuenir Ventura, lançado em 2008, como sequência de um outro livro ainda mais lindo, 1968, o ano que não terminou, de 1989. Os dois livros falam de um personagem incomum, o ano de 1968: “É possível que no século XX, tenha havido ano igual ou mais importante do que 1968, mas nenhum tão lembrado, discutido e com tanta disposição para permanecer como referência, por afinidade ou por contraste”, explica o autor na contracapa do último volume. E diz mais: “A geração de 68, que dizia não confiar em ninguém com mais de 30 anos, está completando 40. Ainda dá para confiar nela? Que balanço se pode fazer hoje de um ano tão carregado de ambições e de sonhos? O que foi feito dessa herança?”
As questões que o livro de Zuenir procura responder podem ser encontradas também, em larga escala, no plenário do Supremo Tribunal Federal, todas as segundas, quartas e quintas-feiras, enquanto se julga a Ação Penal 470, o processo do mensalão. O livro de Zuenir Ventura pode até não explicar porque o partido que era apontado como mais ético e mais autêntico da história da República se tornou patrono do maior escândalo de corrupção do país. Mas ele mostra que boa parte dos principais personagens desse drama político estavam todos lá em 1968, caminhando e cantando, e seguindo a canção.
Quem abrir o livro à página 48, vai encontrar o capítulo Há um meia-oito em cada canto. Vai saber que, nos idos de meia-oito, José Dirceu, acusado de ser o “chefe da quadrilha” do mensalão, era um dos mais influentes líderes do movimento estudantil. E que o ministro Celso de Mello, o decano do tribunal que está julgando Dirceu juntamente com toda a “quadrilha”, era praticamente colega do político. “Em 1968, José Dirceu e Celso de Mello moravam numa república de estudantes em São Paulo, visitada frequentemente por agentes do Dops”, conta o livro.
Os dois trilharam caminhos diferentes. “Dirceu foi para a militância e Mello para os estudos”. Mas, em suas respectivas trincheiras, defenderam os mesmos ideais de liberdade. Celso de Mello relembra o momento difícil que enfrentou como orador da turma de promotores aprovados no concurso do Ministério Público. “Eu precisava protestar contra o regime ditatorial, e fiz um discurso que não agradou muito ao chamado establishment; não fui aplaudido.”
Outros meia-oito ilustres que passaram pelo Supremo Tribunal Federal já estão aposentados. Sepúlveda Pertence, que deixou o Supremo em 2007, foi vice-presidente da UNE (1959-1960) e professor da UnB (1962-1965), cargos dos quais se viu afastado à força pelo regime dos generais. Hoje é integrante da Comissão de Ética Pública, ligado à presidência, criada justamente para evitar que novos mensalões aconteçam.
O outro é Eros Grau, que se aposentou em 2010. Em uma de suas últimas intervenções no Supremo, foi o relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade que julgou constitucional a Lei de Anistia. Adepto do Partido Comunista (“nunca tive carteira, porque o partido não dava carteira, mas eu tinha um comprometimento com as teses do partido, digamos assim”), foi preso e torturado por sua atuação na resistência à ditadura.
“A geração de 68 não chegou a eleger nenhum presidente, ainda que os dois últimos — Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva — considerem ter levado para o poder idéias e representates das turmas com a qual reivindicam ter afinidades eletivas”, diz Zuenir, na abertura do capítulo dos meia-oito. Claro, o livro foi lançado em 2008, época em que Dilma Rousseff, ex-militante da VAR-Palmares, ainda não havia sido eleita presidente da República. “Em face de sua resistência à tortura na prisão, o promotor que a denunciou chamou-a de Joana D’Arc da subversão”, rememora Zuenir.
Além de Dilma e Zé Dirceu, são citados, ainda, como representantes da geração meia-oito que chegaram ao poder na era Lula, o governador da Bahia, Jaques Wagner (então presidente do diretório acadêmico da PUC-Rio e militante do PCdoB), o prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (militante do movimento estudantil e da VAR-Palmares), o ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antônio Palocci (militante da organização trotskista Libelu, juntamente com o ex-secretário da presidência Luiz Dulci e o ex-secretário de Comunicação, Luiz Gushiken). Franklin Martins, que sucedeu Gushiken na Secretária de Comunicação foi do MR-8 e seu secretário executivo Ottoni Fernandes Junior, da ALN. O ministro da Cultura de Lula, Gilberto Gil não era filiado a nenhum grupo militante, mas só de cantar, foi preso e proibido de se apresentar, optando por se exilar na Inglaterra.
Tarso Genro, ministro da Educação e da Justiça no governo Lula, foi ativista da UNE e do PCdoB e da dissidência desta, a Ala Vermelha, que pregava a luta armada. Foram seus companheiros na militância esquerdista, Milton Seligman, hoje diretor de Relações Corporativas da Ambev, e Paulo Buss, presidente da Fundação Osvaldo Cruz. Os três compartilharam também as salas de aula da Universidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. “Era uma cidade pequena, e todo mundo se conhecia. Diante da convocação de uma manifestação, o Dops prendia os de sempre”. Que eram os três, relembra Seligman em entrevista para o livro de Zuenir.
Também são meia-oito os verdes Fernando Gabeira, ex-deputado federal pelo Rio de Janeiro, e Carlos Minc, outro ministro do governo Lula. Mas não só no PT e no PV que se firmou o destino de quem viveu as convulsões de 1968. Antes, muito pelo contrário, como sustenta Zuenir Ventura ao resgatar o nome de dois ilustres meia-oito que tomaram outra direção. Um é o ex-senador tucano pelo Amazonas e atual líder na corrida para a prefeitura de Manaus, Arthur Virgílio Neto. Naqueles tempos, Arthur Virgilio era militante do clandestino PCB e diretor do Centro Acadêmico da Faculdade Nacional de Direito (atual UFRJ). Outro é o ex-prefeito do Rio de Janeiro, Cesar Maia, que pertenceu à Corrente, uma dissidência do PCB que pregava a luta armada. Foi preso no Congresso da UNE, em 68 e foi para o exílio na Argentina e no Chile, onde ficou amigo de outro militante de esquerda no exílio, José Serra.
Como diz Zuenir Ventura, “eles estão no poder, na oposição, à esquerda, à direita, e até prestando contas à Justiça. Há um meia-oito em cada esquina".
 

Maurício Cardoso é diretor de redação da revista Consultor Jurídico
 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Estado intromissor - Caos devastador - isso é socialismo

Esta matéria mostra o caos que, invariavelmente, assola qualquer economia onde o socialismo é instalado, razão da miséria e desabastecimento em todos eles.OEB

Conteúdo: istoedinheiro.com.br
Confira as principais expropriações feitas por Hugo Chávez

As expropriações foram uma grande marca do governo de Hugo Chávez. Elas representaram gastos de até US$23 bilhões para o país. Até 2011, mais de 400 empresas já haviam sofrido intervenção estatal. 

Por Redação Isto É - Economia
As expropriações foram uma grande marca do governo de Hugo Chávez. Segundo estudo da Ecoanalítica elas representaram gastos de até US$23 bilhões para o país. Até 2011, mais de 400 empresas já haviam sofrido intervenção estatal:
Açucareira Cumanacoa
Expropriada em 2005, passou a se chamar “Azucarero Sucre” e receber consultoria cubana. A produção da empresa caiu 18% desde que passou para as mãos do governo e o prejuízo foi de 66%. 
Cargill
A Cristal, fábrica da empresa de alimentos Cargill foi expropriada em 2009. O governo alegou que ela não produzia o tipo de arroz determinado. 
Fruticola Caripe
Responsável por processar suco de laranja, passou para as mãos do governo em 2007 e mudou o nome para passou Cítricos Roberto Bastardo. A produção atual é apenas de 13% do que anteriormente. 
Rualca
A exportadora de alumínio foi estatizada no ano de 2008 e seu nome foi mudado para Rialca. A fábrica está parada e sem produção. 
Venepal
A fabricante de celulose foi incorporada à estatal Invepal. Depois disso, passou a produzir somente 2% de sua capacidade. 
Venirauto
A empresa foi criada em 2006 em sociedade com o Irã e tinha como objetivo fabricar 26 mil unidades por ano. No período de 4 anos vendeu apenas 2 mil unidades. 
Lácteos Los Andes
Respondia por 35% do mercado de leite e passou a produzir 2% da demanda nacional. 
Cervejaria Polar e Pepsi
A área que possuía estrutura industrial foi expropriada para a construção de moradias. 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A PERIGOSA VERDADE SOBRE OS MÉDICOS CUBANOS

Drama dos médicos cubanos: praticam um “curandeirismo” escravos de paramilitares, diz doutor que fugiu a Miami


O cubano Gilberto Velazco Serrano, 32, aprendeu a ser médico com livros desatualizados, sem medicamentos nem equipamentos.

“É triste, mas eu diria que o que se pratica em Cuba é uma medicina quase de curandeirismo”, disse em entrevista a Aretha Yarak da “Veja” (31/08/2013).

Gilberto foi enviado à Bolívia em 2006 para uma “ação humanitária” e logo percebeu que estava em meio a uma manobra de pregação da ideologia comunista.

Velazco não aceitou o regime de servidão escravocrata e fugiu. De início pediu abrigo político no Brasil, mas obteve uma situação provisória.

Ele agora mora com a família em Miami, EUA e estuda para revalidar seu diploma.

Eis excertos de sua entrevista à “Veja”:

Como os médicos são selecionados para as missões?

Eles são obrigados a participar. Em Cuba, se é obrigado a tudo, o governo diz até o que você deve comer e o que estudar. As brigadas médicas são apenas uma extensão disso.

Se eles precisam de 100 médicos para uma missão, você precisa estar disponível. Normalmente, eles faziam uma filtragem ideológica, selecionavam pessoas alinhadas ao regime. Mas acredito que essa filtragem esteja menos rígida ou tenha até acabado.

Como foi sua missão?

Fomos enviados 140 médicos para a Bolívia em 2006. Disseram que íamos ficar no país por três meses para ajudar a população após uma enchente.

Quando cheguei lá, fiquei sabendo que não chovia há meses. Era tudo mentira. Os três meses iniciais viraram dois anos.

O pior de tudo é que o grupo de 140 pessoas não era formado apenas por médicos. Havia pelo menos 10 paramilitares.

A chefe da brigada, por exemplo, não era médica. Os paramilitares estavam infiltrados para impedir que a gente fugisse.

Paramilitares?

Vi armas dentro das casas onde eles moravam.

Eles andavam com dinheiro e viviam em mansões, enquanto nós éramos obrigados a morar nos hospitais com os pacientes internados.

Como era o trabalho dos paramilitares?

A chefe da brigada disse: “Vocês são guerrilheiros, não médicos. Não viemos à Bolívia tratar doenças parasitárias, vocês são guerrilheiros que vieram ganhar a luta que Che Guevara não pode terminar”.

Eles nos diziam o que fazer, como nos comportar e eram os responsáveis por evitar deserções e impedir que fugíssemos.

A chefe da brigada disse: “Vocês são guerrilheiros, não médicos. Não viemos à Bolívia tratar doenças parasitárias, vocês são guerrilheiros que vieram ganhar a luta que Che Guevara não pode terminar”.
Você foi obrigado a fazer algo que não quisesse?

Certa vez, eu fui para Santa Cruz para uma reunião, lá me disseram que eu teria de ficar no telefone, para cadastrar o número de atendimentos feitos naquele dia. Acabei tendo que alterar os dados, já que o estabelecido era um mínimo de 72 atendimentos por médico ao dia. Os dados foram falsificados.

Como é a formação de um médico em Cuba?

Muito ruim. É uma graduação extremamente ideologizada, as aulas são teóricas, os livros são velhos e desatualizados. Alguns tinham até páginas perdidas.

Aprendi sobre as doenças na literatura médica, porque não tinha reativo de glicemia para fazer um exame, por exemplo. Não dava para fazer hemograma.

A máquina de raio-X só podia ser usada em casos extremos.

Os hospitais tinham barata, ratos e, às vezes, faltava até água.

Vi diversos pacientes que só foram medicados porque os parentes mandavam remédios dos Estados Unidos.

Aspirina, por exemplo, era artigo raro.

É triste, mas eu diria que é uma medicina quase de curandeiro.

Você fala para o paciente que ele deveria tomar tal remédio. Mas não tem. Aí você acaba tendo que indicar um chá, um suco.

Como era feita essa "graduação extremamente ideologizada" que o senhor menciona?

Tínhamos uma disciplina chamada preparação militar.

Segundo o governo cubano, o imperialismo iria atacar a ilha e tínhamos que nos defender.

Assim, estudávamos tudo sobre bombas químicas, aprendíamos a atirar com rifle, a fazer maquiagem de guerra e a nos arrastar no chão. Mas isso não é algo exclusivo na faculdade de medicina, são ensinamentos dados até a crianças.

Como é o sistema de saúde de Cuba?

O país está vivendo uma epidemia de cólera. Nas últimas décadas não havia registro dessa doença. Agora, até a capital Havana está em crise.

A cólera é uma doença típica da pobreza extrema, ela não é facilmente transmissível. Isso acontece porque o sistema público de saúde está deteriorado. Quase não existem mais médicos em Cuba, em função das missões.

Por que você resolveu fugir da missão na Bolívia?

Minha realidade era: ao me formar médico eu teria um salário de 25 dólares. Em Cuba, o paramédico é uma propriedade do governo.

Eu não tinha opção. Eram pagos 5.000 dólares por médico, mas eu recebia apenas 100 dólares: 80 em alimentos que eles me davam e os 20 em dinheiro. Eu nunca fui pago corretamente, já que médico cubano não pode ter dinheiro em mãos, se não compra a fuga.

Você pediu asilo no Brasil?

Aleguei que faria o Revalida e iria para o Nordeste trabalhar em regiões pobres, mas a Polícia Federal disse que não poderia regularizar minha situação. Nesse meio tempo, fui à embaixada dos Estados Unidos e fui aprovado.

Após a sua deserção, sua família sofreu algum tipo de punição?

Meus pais nunca receberam um centavo do governo cubano enquanto estive na Bolívia, mas sofreram represálias depois que eu decidi fugir.

A primeira leva de cubanos no Brasil é composta por médicos mais experientes...

Pelo o que vivi, sei que isso é tudo uma montagem de doutrinação. No caso das pessoas mais velhas, é mais improvável que optem pela fuga e deixem seus familiares para trás. Geralmente, são pessoas que vivem aterrorizadas, que só podem falar com a imprensa quando autorizadas.

Assim, estudávamos tudo sobre bombas químicas, aprendíamos a atirar com rifle, a fazer maquiagem de guerra e a nos arrastar no chão. Mas isso não é algo exclusivo na faculdade de medicina, são ensinamentos dados até a crianças.
Os médicos cubanos que estão no Brasil deveriam fazer o Revalida?

A formação médica em Cuba está muito crítica. Eu passei o fim da minha graduação dentro de um programa especial de emergência.

A ideia era que eles reduzissem em um ano minha formação, para que eu pudesse ser enviado à Bolívia.

O governo cubano está fazendo isso: acelerando a graduação para poder enviar os médicos em missões ao exterior.
Fonte: http://esta-acontecendo.blogspot.com.br

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

A Globo entre a cruz e a espada

Globo pede a Lula que segure manifestantes e a ajude a combater o Google

Conteúdo: Correio do Brasil
Por Redação - de São Paulo
Lula recebe um prêmio na presença de João Roberto Marinho(E), em 2004
A pauta do recente encontro entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente dasOrganizações Globo João Roberto Marinho, confirmado pela assessoria do Instituto Lula, vazou nesta sexta-feira em um blog na internet e revela o desespero da maior organização midiática de ultradireita na América Latina com a força das manifestações de rua, que cobram o fim do monopólio nas comunicações e o pagamento de impostos devidos pela emissora à Receita Federal. Pressionada por mais um protesto, convocado para esta sexta-feira, em frente às suas instalações, na capital paulista, e pela queda no faturamento devido ao aumento significativo da audiência na internet, a empresa visava o abrigo de um dos maiores ícones das esquerdas no país.
Segundo o titular do blog Conversa Afiada, o jornalista Paulo Henrique Amorim (PHA), Marinho “foi ao Presidente Lula pedir ajuda contra o Google”. Citando fonte, o também apresentador de um jornal noturno na Rede Record, principal adversária da Rede Globo na TV aberta, afirmou que “a publicidade está numa situação tal que pode provocar uma crise” no setor, que reúne a mídia conservadora no país e é conhecido, por sua atuação política, como Partido da Imprensa Golpista (PIG). Seu interlocutor não disse, mas “imagina-se que o Lula deva ter achado ótimo”, comentou o colunista.
Depois de culpar o Google, maior mecanismo de buscas e difusor de publicidade na web, no mundo, pela queda na arrecadação dos veículos de comunicação que controla no país, segundo PHA, “filho do Roberto Marinho – segundo esse passarinho inconfidente – passou a ‘espinafrar’ a Dilma. Que a Dilma isso, que a Dilma aquilo, e, além do mais, a Dilma não o recebe – não recebe o filho do Roberto Marinho”.
“E, aí, amigo navegante, a bomba! O filho do Roberto Marinho pediu ao Lula para voltar. ‘Volta, Lula, volta, pelo amor de Deus! Mas, como? indagou o Lula”, segundo a fonte.
– Vocês me espinafraram todo dia e você vem aqui me pedir para voltar? – teria questionado o ex-presidente
– Mas, você é diferente, Lula, respondeu o filho do Roberto Marinho. Você é um estadista – disse João Roberto Marinho, segundo o jornalista.
“O filho do Roberto Marinho foi embora sem uma gota de esperança”, acrescenta PHA. Após a saída do visitante, Lula teria comentado com a fonte:
– Esses caras me esculhambam o tempo todo e agora querem que eu volte. Ora, vai …
Temor justificado
Ainda segundo PHA, Marinho tem razões de sobra para estar assustado com o crescimento do Google no país. Recentemente, a agência norte-americana de publicidade Omnicom, a segunda do mundo, associou-se à francesa Publicis para se tornar a primeira do mundo, em uma tentativa de enfrentar o Google, que se tornou, de fato, a maior agência mundial de publicidade. “O Google é o maior destinatário de publicidade do Brasil, depois da Globo”, constata PHA. Atualmente, segundo projeções de analistas do setor, a internet detém 15% da verba de publicidade do Brasil mas, na próxima década, chegará aos 50%. O Google paga em dólares aos proprietários dos sites na internet e, na soma de publicidade no Google, no Youtube e Twitter, a conta já se aproxima do faturamento da Globo. Sem os 75% a 80% do mercado publicitário na tevê aberta, como ocorre hoje no Brasil, o modelo de negócios da Globo naufraga, segundo PHA.
“Não tem como pagar US$ 300 mil de capítulo de novela, três novelas no ar, novas, por dia, 365 dias por ano. Nem R$ 15 milhões por mês de salário a atores que não estão no ar. Um dia, o SBT e a Bandeirantes procuraram o presidente Fernando Henrique (…) para que o capital estrangeiro entrasse na indústria da tevê brasileira”, lembra o jornalista. FHC, diante do pedido, teria dito a um diretor da Band que ele próprio não tinha como enfrentar a Globo, que eles fossem ao Congresso lutar por isso.
“Quando a Globo quebrou, ela precisou de capital estrangeiro no cabo e o FHC deu. Quando o presidente Lula assumiu, a Globo estava quebrada. O PT poderia, ali, quebrar a espinha da Globo. O Ministro Palocci, de inúmeros serviços prestados ao neolibelismo pátrio e à indústria de supermercados salvou a Globo. Foi ali que a Globo começou a sonegar Imposto de Renda. E até hoje não mostrou o DARF (recibo do pagamento dos impostos devidos em um rumoroso processo judicial que monta cerca de R$ 1 bilhão)”, escreveu o jornalista.
Concentração absurda
A própria Secretaria da Comunicação (Secom) da presidência da República, responsável pelo investimento publicitário das verbas do governo federal, autarquias e empresas estatais, publicou recentemente um texto no qual questionava as críticas realizadas por pequenas empresas de comunicação e empreendedores individuais, entre eles blogueiros, acerca dos seus critérios na aplicação dos recursos públicos em publicidade. Não ficou sem resposta. A associação dessas pequenas empresas de comunicação, com representatividade em todo o país (Altercom) tem defendido os interesses da sua base e proposto entre outros pontos que se estabeleça como política a destinação de 30% das verbas publicitárias às pequenas empresas de comunicação. Pratica adotada em outros setores da economia, como na compra de alimentos para a merenda escolar. E também em outros países onde a pluralidade informativa é obrigação do Estado, inclusive do ponto de vista do financiamento.
Leia, adiante, a nota da Altercom:
“Em nome da qualidade do debate democrático, a Altercom utilizará os números do estudo divulgado pela Secom para defender sua tese de que a política atual do governo federal está fortalecendo os conglomerados midiáticos, não garante a pluralidade informativa e mais do que isso não reflete os hábitos de consumo de comunicação e informação do brasileiro. Tem como única referência os parâmetros das grandes agências de publicidade e seu sistema de remuneração onde o principal elemento é a Bonificação por Volume (BV).
A partir disso, seguem algumas observações que têm por base os números do estudo publicado e assinado pelo secretário executivo da Secom.
- Em 2000, ainda no governo FHC, o meio televisão representava 54,5% da verba total de publicidade que era de 1,239 bilhão. Em 2012, esse percentual cresceu para 62,63% de uma verba de 1,797 bilhão. Ou seja, houve concentração de verba em TV mesmo com a queda de audiência do meio e o fortalecimento da internet.
- Em 2011, os grandes portais receberam 38,93% das verbas totais de internet. Em 2012, os grandes portais passaram a receber 48,57% deste volume. Mesmo com a ampliação da diversidade na rede a Secom preferiu a concentração de recursos.
- Também de 2011 para 2012, a Rede Globo aumentou sua participação no share de Tvs. Saiu de 41,91% em 2011 para 43,98% no ano passado.
- Se a Secom utilizasse como base o que a TV Globo recebeu da sua verba total ano a ano, o resultado seria desprezível do ponto de vista da desconcentração como defendido a partir do estudo. Em 2000 a TV Globo teve 29,8% do total da verba da Secom e em 2012 esse percentual foi de 27,5%. Neste número não estão incluídas as verbas para TV fechada, que eram de 2,95% em 2000 e passaram para 10,03% do total do meio TV em 2012. Nesse segmento, provavelmente a maior parte dos recursos também vai para veículos das Organizações Globo que ainda tem expressivos percentuais dos recursos para jornais, rádios, revistas, portais etc.
- Utilizando os dados da Secom também é possível chegar a conclusão de que em 2000, a TV Globo ficava com aproximadamente 370 milhões das verbas totais de publicidade do governo federal. Em 2012, esse valor passou a ser de aproximadamente 495 milhões.
- O secretário executivo da Secom também afirma que houve ampliação do número de veículos programados de 2000 para 2012, o que a Altercom reconhece como um fato. Essa ampliação foi significativa, mas no texto não é informado qual a porcentagem do valor total destinado a esses veículos que antes não eram programados.
- Por fim, no estudo o secretário parece defender apenas o critério da audiência quantitativa como referência para programação de mídia. Sendo que a legislação atual não restringe a distribuição das verbas de mídia ao critério exclusivo de quantidade de pessoas atingidas. Aponta, por exemplo, a segmentação do público receptor da informação e o objetivo do alcance da publicidade, entre outras questões. E é notório também que a distribuição dos recursos deve considerar a qualidade do veículo programado e a sua reputação editorial.
Considerando que a Secom está disposta ao diálogo, o que é bom para o processo democrático, a Altercom solicita publicamente e por pedido de informação que será protocolado com base na legislação vigente, os seguintes dados.
- A lista dos investimentos em todas as empresas da Organização Globo no período do estudo apresentado pela Secom (2000 a 2012).
- O número de veículos programados pela Secom ano a ano no período do estudo (2000 a 2012)
- Quanto foi investido por cada órgão da administração direta e indireta no período do estudo (2000 a 2012).
- Quais foram os 10 veículos que mais receberam verbas publicitárias em cada órgão da administração direta e indireta em cada meio (TV, rádio, jornais, revistas, internet etc) no período do estudo (2000 a 2012).
- A curva ABC dos veículos e investimentos realizados pela Secom. Ou seja, o percentual de verbas aplicadas nos 10 maiores veículos, nos 100 maiores e nos demais no periodo de 2000 a 2012.
- O que justifica do ponto de vista dos hábitos de consumo da comunicação a ampliação do percentual de verbas publicitárias de 2000 para 2012 no meio TV.
- O sistema e o critério de classificação e ranqueamento que estaria sendo utilizado pela Secom para programação de mídia.
A Altercom tem outras ponderações a fazer a partir do estudo apresentado, mas confiando na postura democrática da atual gestão avalia que os pontos aqui levantados já são suficientes para que o debate seja feito em outro patamar.
Reafirmamos nossa posição de que a distribuição das verbas publicitárias governamentais não pode atender apenas a lógica mercadista. Elas precisam ser referenciadas nos artigos da Constituição Federal que apontam que o Estado brasileiro deve promover a diversidade e a pluralidade informativa.
A Altercom também reafirma a sua sugestão de que a Secom deveria adotar o percentual de 30% das verbas publicitárias para os pequenos veículos de informação, o que fortaleceria toda a cadeia produtiva do setor da comunicação. E colocaria o Brasil num outro patamar democrático, possibilitando o fortalecimento e o surgimento de novas empresas e veículos neste segmento fundamental numa sociedade informacional”.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

A Farsa dos "Direitos Humanos" no Brasil e no mundo

Este video tem a proposta de desmontar a farsa dos Direitos Humanos e os frágeis subterfúgios de seus defensores politicamente corretos. 58:30min




http://portal.mj.gov.br/sedh/pndh3/pn...

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Dr. Ives Gandra da Silva Martins sobre o tema:

http://migre.me/f1JcF

http://migre.me/f1JdI

http://migre.me/f1Jt7

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Quem é Ives Gandra Martins:

http://www.academus.pro.br/professor/...

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Conteúdo:
Pizzaria Brasil no Facebook: http://migre.me/diQvQ
Pizzaria Brasil no Twitter: http://migre.me/diQwT

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Verba para promover a decadência?

da redação OEB
Matéria revisada em 06-08-2013
Não podemos chamar de música, propriamente dito. Mas, classifiquemos como prática, já que envolve certos rituais - O funk traz, em seu bojo, invariavelmente, certas práticas, nos chamados "bailes funk", que nenhum pai sonha para suas filhas ou mesmo filhos. Trata-se da prática do sexo em público (no salão) e letras que sempre incitam à violência - ultimamente contra a polícia é a mais cotada.
Isso se torna a arma perfeita para os implementadores do caos social, como o partido do poder, por exemplo. Claro que passa a merecer investimento dos nossos suados impostos, afinal,é por uma boa causa - A DESTRUIÇÃO DA FAMÍLIA, DA PROPRIEDADE, DE DEUS E DE TODOS OS VALORES MORAIS que atrapalham a implantação do socialismo.
No fundo, aqueles que promovem ou apoiam, no mínimo, possuem um passado familiar que os identifica com o feito. O visível apoio e patrocínio a funkeiros, por parte da administração, é um verdadeiro absurdo e chamam este "movimento" de cultural.
O narcotráfico, grande financiador e parceiro do partido do poder, também lucra milhões com seu comércio, sempre em ascensão, nestes meios e graças ao incentivo governamental.
Parabéns, presidente Dilma, Marta Suplicy e asseclas!
Estão seguindo, rigorosamente, as determinações do foro de São Paulo!
O Brasil está "orgulhoso" de tê-los à frente da cultura e do futuro da Nação.
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A notícia abaixo - conteúdo de um blog - está sendo questionada e rebatida.

Construído pelo Ministério da Cultura, “memorial do funk” custa 4 milhões e causa polêmica

"Memorial do funk custou 4 milhões ao erário"A inauguração, na tarde de hoje, do “Memorial do Funk”, obra que custou 4 milhões de reais aos cofres públicos, gerou revolta nas redes sociais em todo país.
Parlamentares da oposição proferiram discursos inflamados no plenário contra o que disseram ser “a celebração da putaria nacional”.
O “memorial” conta, além da obra fixada na entrada (foto) na qual “as funkeiras de bronze” exibem suas nádegas, com exposição permanente de fotos – entre as quais a do falecido dançarino Lacraia – vídeos e, claro, músicas.
Segundo o porta voz do Ministério da Cultura, “o memorial tem objetivo de divulgar e promover a cultura da periferia, vítima de tanto preconceito Brasil a fora”.
Não é de hoje que o Ministério da Cultura flerta com o funk. Em 2008, na gestão do então ministro Gilberto Gil, o MinC patrocinou viagens da funkeira Tati quebra barraco para a Europa.
“Pretendemos levar para dentro das escolas de todo o país a cultura da periferia, tanto ensinando as crianças a compor como dançar funk, rap e hip hip”, conclui o porta voz do Ministério.

Cuba agoniza no inferno comunista

da redação OEB
De Estado democrático para estado calamitoso, Cuba sofre com a insuficiência política e todos os sintomas que só o comunismo pode causar.
O êxodo, embora seja um grande risco, ocorre com crescimento espantoso. É um povo fugindo de um mundo apático de desesperança imposto pela ditadura mais ilógica do planeta.
Um modelo que somente psicopatas podem querer copiar e, no Brasil, temos estes tipos. Trata-se de um grupo sem Deus, sem moral, sem sensibilidade ou qualquer outra qualidade. Estes, tomados pela febre do "poder eterno", buscam a perpetuação do mesmo na mais torpe e hedionda forma de dominação.
Mas eles não têm o principal - DEUS - e vivem a ilusão de que Deus, Pátria, Família e Liberdade são coisas do passado, ignorando a soberania natural de um povo desperto.

A agonia de Cuba

05 de agosto de 2013
Conteúdo: O Estado de S.Paulo

Por mais que se diga que houve avanços e mudanças importantes nos últimos tempos, Cuba continua a ser Cuba. Meio século de feroz ditadura comunista deveria ser suficiente para acabar com qualquer ilusão de flexibilização voluntária de um regime como o dos irmãos Castro. Somente os incautos, ou aqueles que ainda nutrem simpatias ideológicas por uma tirania que um dia foi apresentada como a "libertação da América Latina", são capazes de ver, na "transição" promovida por Raúl Castro, sinais de avanço democrático e de racionalidade econômica. Cuba é, na verdade, um país que agoniza, e as "mudanças" nada mais são do que uma demão de tinta na carcomida muralha erguida para esconder as verdadeiras condições dessa Ilha da Fantasia. Enquanto os gerontocratas castristas vão encenando sua farsa, milhares de cubanos abandonaram o país nos últimos tempos, no maior êxodo em 20 anos.

Dados do Escritório Nacional de Estatística e Informação de Cuba, publicados pelo jornal O Globo (1/8), indicam que 46.662 cubanos saíram definitivamente do país somente no ano passado. É o maior número desde a chamada "crise dos balseros" de 1994, quando Fidel Castro abriu as fronteiras de Cuba para revidar as medidas tomadas pelo governo americano contra a entrada de imigrantes ilegais cubanos. Na ocasião, cerca de 47 mil cubanos fugiram para os Estados Unidos, a maioria em frágeis balsas improvisadas.

O movimento verificado agora, no entanto, é cada vez menos atípico. Segundo o próprio órgão cubano, 39 mil cidadãos deixaram anualmente o país, em média, nos últimos cinco anos, fluxo que só encontra paralelo com os primeiros anos da revolução - com exceção de 1980, quando mais de 140 mil cubanos fugiram para os Estados Unidos em meio a uma grave crise econômica.

Um dos motivos para o aumento do êxodo é a redução das restrições de viagens para os cubanos. Agora, se tiverem dinheiro e visto de entrada no país de destino, os cubanos podem ficar até 24 meses no exterior sem necessidade de permissão de saída - e os Estados Unidos, após negociação com Cuba, anunciaram que a vigência do visto de turista para cubanos foi estendida de seis meses para cinco anos. Essas novidades, no entanto, não atenuam o fato de que Cuba segue sendo uma ditadura e, portanto, cidadãos cubanos cuja presença na ilha seja considerada de "interesse nacional" continuam sem poder emigrar. É a maneira castrista de impedir a fuga de cérebros ou a saída de dissidentes.

O movimento migratório, no entanto, parece irresistível, acentuando uma crise demográfica que ameaça o futuro imediato da ilha. A maior parte dos migrantes dos últimos anos é formada por jovens, segundo sugere o próprio escritório cubano de estatísticas, conforme publicou o jornal oficial Granma. Com eufemismos característicos das ditaduras, o órgão alerta para o acelerado envelhecimento da população, causado, entre outros fatores, pelo incremento da "migração externa", ressaltando que a "maior tendência" é o êxodo "entre os jovens". O governo cubano, diz o Granma, estima que essa situação irá perdurar ao menos até 2020, com consequências dramáticas.

No atual ritmo, em 20 anos Cuba terá 31% de sua população com mais de 60 anos, tornando-se o país mais envelhecido da América Latina, algo que trará problemas adicionais para a pobre economia da ilha, principalmente em relação à Previdência e à saúde. O crescimento da população cubana no ano passado foi negativo em 1,5%, graças a uma importante redução da taxa de fecundidade, queda que tende a se acentuar com a crescente falta de jovens no país.

Enquanto isso, o ditador Raúl Castro tenta seduzir os jovens dizendo que, um dia, o poder será deles, para "manter no alto as bandeiras da revolução e o socialismo". O problema é que os jovens a que Raúl se refere estão deixando Cuba aos milhares, ano após ano, justamente porque não suportam mais viver a mentira do "paraíso socialista", que encobre a falta de liberdade e a ruína econômica.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

FAB a serviço dos desmandos e da corrupção

da redação OEB
A farra com jatos da FAB é muito maior que se possa imaginar, embora tenha sido destaque na imprensa nos últimos dias.
Mas nada aparece sobre as inúmeras viagens do ex-presidente com sua amante, tornando o Força Aérea 1 um verdadeiro motel voador que, como se não bastasse, carregava muito dinheiro para depósitos em contas que, certamente, estão blindadas e sustentam o padrão bilionário do fugitivo da mídia e das cobranças do povo.
O apedeuta "palestrista" viajava com a amante mas não sabe de nada. O Rosegate nunca existiu, afinal! Talvez não se lembre, da mesma forma que não se lembra do item - PRINCÍPIOS MORAIS - já que nunca honrou a confiança que o crédulo e inocente povo brasileiro depositou em seu nome.

Força Aérea 1 e o Rosegate - reportagem

Vídeo TVT Brasil - www.tvtbrasil.com

Também não se fala da grande mobilização dos jatos, inclusive de combate, para transporte e proteção de chefes de estado comunistas para as reuniões do Foro de São Paulo - organização nazopetista que define e dita todas as ações para tornar o Brasil num País retrógrado, copiando um regime que, historicamente, nunca deu certo em todo o planeta, mas beneficia a elite que o implanta, tornando-os multibilionários, enquanto leva a população ao desemprego, inflação e miséria absoluta.
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Ministro levou família a Cuba em jato oficial

FILIPE COUTINHO - DE BRASÍLIA
Conteúdo Folha
O ministro Aldo Rebelo (Esporte) usou um avião da FAB (Força Aérea Brasileira) para ir a Cuba no Carnaval com a mulher, o filho e assessores.
Ele esteve em Havana em missão oficial e justificou a carona à mulher e ao filho dizendo que ambos também foram convidados pelo governo cubano.
Nenhum dos dois representou o governo brasileiro na missão. Quando o ministério publicou nota sobre a viagem de Aldo, em fevereiro, o nome deles não constava na lista oficial da comitiva.
A mulher do ministro, Rita, é coordenadora na Secretaria da Mulher do governo do Distrito Federal, controlada pelo PC do B, mesmo partido de Aldo. Já o filho, de 21 anos, é estudante universitário e estagiário.
A Folha revelou que três políticos usaram aviões da FAB para dar caronas a amigos e parentes a eventos fora da agenda oficial. Depois dos casos revelados, todos anunciaram a devolução dos valores das passagens.
O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), foi o primeiro flagrado dando carona a parentes para ir ver o jogo do Brasil. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), levou a mulher a uma festa de casamento da filha de outro senador em Porto Seguro.
O ministro Garibaldi Alves (Previdência) foi outro que deu carona a um empresário também para ver o jogo do Brasil. No total, os três devolveram R$ 44.245,29.
O decreto 4.244/2002, que disciplina o uso de aviões da FAB por autoridades, diz que os jatos podem ser requisitados quando houver "motivo de segurança e emergência médica, em viagens a serviço e deslocamentos para o local de residência permanente". O texto do decreto não diz quem pode ou não viajar acompanhando as autoridades.
PARCERIA
No caso de Aldo, a missão oficial a Cuba serviu para o ministro assinar fechar intercâmbio de atletas entre os dois países para os jogos de 2016. O ministro recebeu diárias de R$ 1.776,25.
O grupo saiu de Brasília no sábado de Carnaval, dia 9, fez escala em Boa Vista (RR) e só voltou na Quarta-Feira de Cinzas, dia 13 de fevereiro.
A FAB destacou um jatinho Legacy, da Embraer, com capacidade de 14 passageiros, para levar a comitiva.
Em missão oficial, os ministros têm direito a usar os jatos da FAB ou podem viajar com aviões de carreira. Foi o que ocorreu com Aldo depois de ir a Cuba em aviões da FAB. No mês seguinte ele foi à Suíça e o governo bancou passagens executivas ao custo de R$ 25 mil.
A Folha cotou preços para duas pessoas, em viagem de ida e volta entre Brasília e Havana na aviação civil. Na primeira semana de agosto, duas viagens de ida e volta custariam mais de R$ 5.500. Para novembro, o valor cai para R$ 3.600.
OUTRO LADO
Em nota, o Ministério do Esporte disse que a viagem da mulher e do filho do ministro Aldo Rebelo a Cuba, em missão oficial, não gerou custos ao governo. Segundo a pasta, os dois foram convidados pelo governo de Cuba e cumpriram a programação "definida pelo protocolo cubano".
"A esposa e o filho do ministro o acompanharam na viagem a Cuba como convidados do governo daquele país. O ministro cumpriu agenda oficial em reuniões com autoridades. Sua esposa e seu filho cumpriram programação definida pelo protocolo cubano. A presença dos dois não representou acréscimo ao custo da viagem".
O ministério, contudo, admitiu que a mulher e o filho foram em voo da Força Área Brasileira. "A esposa e o filho do ministro, também convidados do governo cubano, o acompanharam na viagem "" em avião da Força Aérea Brasileira", diz a nota.
Segundo a pasta, não houve gastos com hotel, uma vez que a mulher e o filho do ministro "foram hospedados pelo governo de Cuba".
Ainda segundo,a nota, "o ministro participou de reuniões com dirigentes, visitou centros de treinamentos e assinou acordos para a criação de grupos de trabalho que vão executar intercâmbio entre o Brasil e Cuba".



Joaquim Barbosa, presidente do Supremo, usou voo da FAB duas vezes

DE BRASÍLIA 16/07/2013
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, usou aviões da Força Aérea Brasileira por duas vezes desde que assumiu a presidência do tribunal, em novembro.
Segundo nota da assessoria do tribunal, Barbosa foi em uma aeronave da FAB a Natal, em abril, para inspeção em comarcas. Em maio, foi à Costa Rica participar de conferência. A nota da assessoria não informou os custos das viagens.

Desde ontem, o governo exibe na internet os dados sobre voos oficiais. A medida foi tomada após a Folha revelar que ministro e presidentes da Câmara e do Senado usaram aviões da FAB para ir a jogos de futebol e até a casamento.
De acordo com a nota da assessoria, Barbosa determinou a publicação de dados das viagens de todas as autoridades do tribunal em aviões da FAB. Mas, segundo a própria assessoria, os outros dez ministros da corte não têm poder para solicitar essas aeronaves.

Pedro Ladeira-26.mai.13/Folhapress
O presidente do STF Ministro Joaquim Barbosa
O presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa
RELEMBRE OS CASOS
O Painel da Folha revelou no dia 4 de julho que o presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), usou o avião da FAB para ir ao casamento da filha do líder do PMDB na Casa, Eduardo Braga (AM), que ocorreu em Trancoso (BA) e reuniu diversas autoridades.
Renan devolveu R$ 32 mil aos cofres públicos relativos ao uso da aeronave oficial no dia 15 de junho entre as cidades de Maceió, Porto Seguro e Brasília para participar do casamento.

terça-feira, 16 de julho de 2013

JUNTANDO OS FATOS - O desfazimento de um grande Estado.

da redação OEB- atualizado 24-07-2013
Nada mais se falou sobre os aviões venezuelanos que pousaram, segundo testemunhas publicaram nas redes sociais, em vários pontos do Brasil.
Especula-se que tenham sido desembarcados guerrilheiros e armamentos. Trata-se de um evento preocupante, sobretudo nas vésperas do afamado Foro de São Paulo que controla todas as articulações "políticas" no País neste momento.
Todos sabem que, independente de quem deva estar no poder, este ou esta deverá obedecer tudo que for determinado no foro, fundado por Lula e Fidel Castro.
O atual partido no poder nega, através de seus seguidores, que trata-se da implantação do comunismo - regime ditatorial totalitarista - porém, até mesmo as propagandas do partido mostra a bandeira vermelha com a foice e o martelo à frente da bandeira brasileira, em destaque e muito maior, numa clara anunciação de que em 2014 o regime estará implantado e consolidado.
O ESTADO BRASILEIRO fez uma coletânea de publicações, para quem estuda e se preocupa com esta tendência em estado já avançado de realização, onde pode-se unir os fatos e concluir um estudo muito mais profundo sobre o assunto, que merece muita atenção.
Mais preocupante ainda o fato da presidente estar forçando a regulamentação da mídia - CENSURA - para garantir um pouco mais de tranquilidade no conturbado momento em que passa seu declinante prestígio ou desprestígio acelerado.
Nota-se, por outro lado, que a mídia foi calada, de alguma forma, para não mais noticiar manifestações ou qualquer evento que venha colaborar com o esfarelamento do plano de governo. Calaram a imprensa e agora lutam para calar as redes sociais através do controle da internet, como ocorre nos países que carregam a estrela vermelha, a foice e o martelo - símbolos do controle total.
Num momento em que a população começa a despertar para uma intervenção militar que poderia dar segurança ao País para uma transição mais tranquila para a volta da democracia republicana, assegurando o agendamento de novas eleições, somado ao foco que as redes agora estão dando ao FORA FORO - referindo-se ao controlador Foro de São Paulo, o governo tomado por comunistas convictos começa a apertar o passo e a pressão em cima dos pontos que poderiam garantir a implantação do tão rejeitado sistema, apoiado, apenas, por uma minoria que chega a pagar pessoas para tentar fazer volume nas manifestações com bandeiras partidárias.
Soma-se a isso a fuga total de investidores estrangeiros, a inflação notadamente crescente e ameaçadora e o desgoverno sem dar nenhuma resposta ao clamor popular, mantendo suas pautas desnecessárias e indiferentes aos graves problemas brasileiros. Podemos juntar a isso a quebra da Petrobras e outras estatais que antes eram sólidas e exemplo de administração e crescimento para todo o mundo, implantadas a duras custas e consolidadas ao longo de vários governos dedicados.
A crise toma conta do governo em total desgoverno e, desesperados, mostram que a implantação do regime defendido por eles, deverá ser forçada, quer o povo queira ou não.
Todos sabem que nenhum regime comunista foi implantado pacificamente e todos aconteceram com imposições que, desrespeitadas, geraram prisões indevidas, desaparecimentos e execuções sumárias.
O leitor poderá ver nesta página uma parte do que acontece no Brasil e no mundo, conectando os fatos e, desta forma, ficar livre para suas conclusões.
Muito mais poderia ser colocado nesta página. Deixamos a cargo do leitor esta tarefa de somar os fatos e juntar os fragmentos de um grande caos.
Seguem, abaixo, vários conteúdos:
Recomendamos a leitura e análise de todos. A busca por mais matérias relacionadas, na internet, também é aconselhável.
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 Link:
Alô, Forças Armadas! Aviões venezuelanos despejam centenas de guerrilheiros no Brasil?
conteúdo OEB
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SP: marcha 'em defesa da liberdade' pede volta dos militares ao poder

Protesto partiu do vão livre do Masp e seguiu pela avenida Paulista Foto: J. Duran Machfee / Futura PressManifestação organizada pelo Facebook pede intervenção das Forças Armadas diante de suposta ameaça de implantação do comunismo no País


Protesto partiu do vão livre do Masp e seguiu pela avenida Paulista Foto: J. Duran Machfee / Futura Press
Manifestantes fazem uma marcha na noite desta quarta-feira, na avenida Paulista, região central de São Paulo, em que pedem uma intervenção militar no governo federal. Organizada pelo Facebook, a "Marcha da família com Deus, em defesa da vida, da liberdade, da pátria e da democracia, contra o comunismo" exige a volta das Forças Armadas ao poder, diante de uma suposta ameaça de um regime comunista no Brasil.

"Venha combater a foice e o martelo. As cores de nossa bandeira são verde, amarela, branca e azul anil. Não queremos a cor vermelha. Vermelha de comunistas, de socialistas, vermelha do sangue, do sangue do povo sugado pelos políticos podres, vampiros, genocidas. Sangue dos inocentes, sangue do suor, sangue do terror, sangue da morte", diz o texto que conclama manifestantes no Facebook.

Na rede social, a organização do protesto alega que uma intervenção militar não significa um golpe ou uma ditadura. "É dispositivo constitucional", afirma. "Ou ficamos com a ditadura vermelha bolivariana (de Lula e Fidel - fundadores do Foro de São Paulo, cuja agenda está implantando o comunismo no Brasil), ou pedimos intervenção das Forças Armadas já (cumprimento do artigo 142 da Constituição Federal - em defesa da democracia, em defesa dos poderes constitucionais)", diz o texto.

A manifestação conta com o apoio de grupos como "Amigos da Guarda Civil", "Anti-Neo Ateísmo", "Cristianismo On-line", "Igreja Internet para os Necessitados" e "Conservadorismo Brasil".

Os manifestantes se concentravam desde as 17h no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), de onde iniciaram caminhada pela avenida Paulista às 18h30. Às 19h40, o grupo ocupava totalmente a pista sentido Consolação da rua Pamplona.
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  Link:

Comandantes das Forças Armadas mantidos irregularmente nos cargos garantem inércia da valorosa entidade
Conteúdo OEB


Comandantes Enzo Peri (Exército), Juniti Saito (Aeronáutica) e Moura Neto (Marinha) _______________________________
Conteúdo: Crônicas de um cidadão comum - Celso Brasil
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GENERAL Enzo possivelmente envolvido em corrupção e desvio de recursos. 
Dados de: http://www.alertatotal.net/ Fonte: http://sociedademilitar.com
   
Militares das forças armadas estão atentos às últimas notícias que pipocam  em vários blogs e sites da internet sobre a corrupção no exército brasileiro. Segundo a investigação do ministério público são 25 oficiais envolvidos no caso, entre eles estão sete generais. As suspeitas são de que os oficiais integram um esquema que fraudou licitações, superfaturou contratos, fez pagamentos em duplicidade e pode ter desviado dos cofres públicos ao menos 15 milhões de reais entre 2003 e 2009, segundo os cálculos do Tribunal de Contas da União (TCU).
    Apenas um dos envolvidos no escândalo, o major Washington Luiz de Paula, acusado de montar a rede de empresas fantasmas beneficiadas no esquema, acumulou uma fortuna pessoal que surpreendeu os investigadores. O militar tem renda bruta de cerca de 10 mil mensais, mas acumulou fortuna de mais de 10 milhões de reais.
   Oficiais de alta patente figuram entre os indiciados, os inquéritos podem ser conferidos no STM clicando AQUI.
Bandalheira fardada
   O inquérito que apura o caso revela, ainda, que o major citado movimentou mais de 1 milhão de reais em sua conta em apenas um ano.  Fadado a decidir se indicia ou não o chefe do Exército, o procurador-geral Roberto Gurgel terá ainda de tomar uma posição também sobre o foro privilegiado dos generais, que só podem ser julgados pelo Superior Tribunal Militar (STM), onde até agora um único general foi condenado, e posteriormente absolvido no Supremo Tribunal Federal (STF).*
   O desdobramento jurídico do escândalo é abafado e protelado há anos. Até o governo petista teme o estouro de uma “crise militar” capaz de afetar a estabilidade da gestão Dilma Rousseff. Na visão governista, se o General Enzo for enfraquecido, afetando a hegemonia dos engenheiros militares, quem ganha força é a ala dos combatentes – cujos integrantes, em maioria, são severos críticos dos petistas e suas provocações - como a “Comissão Nacional da Verdade” e a intenção de derrubar a Lei de Anistia.
    Carta Capítal deixa clara a suspeita petista sobre o conflito dentro do EB: “O conflito chegou a um militar a quem se atribui a construção do meticuloso dossiê de denúncias de bandalheiras no Departamento de Engenharia e Construção (DEC) do Exército. Um vírus inoculado a partir do contato com o quase sempre suspeito Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), cujos casos recentes de corrupção levaram à queda do ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento.

    A revista insiste que existe realmente um clima de guerra interna: “Neste momento, o suposto denunciante, segundo fontes militares, estaria recebendo pressão dos dois lados. Dos engenheiros, para que não insista com novas denúncias. Dos combatentes (artilharia, infantaria e cavalaria), para que denuncie mais e, se possível, entregue supostas gravações telefônicas em seu poder, de conversas comprometedoras entre os militares denunciados”.
    O caso é grave e tende a sair do controle. Pelo menos 25 militares são suspeitos de integrar um esquema de fraudes em licitações, com pagamentos em duplicidade. O Ministério Público Militar denunciou que o sistema desviou pelo menos R$ 15 milhões dos cofres públicos, entre 2003 e 2009 – conforme números do Tribunal de Contas da União. Escrita pelos repórteres Mauricio Dias e Rodrigo Martins, só faltou a longa reportagem da Carta Capital (“Farra na Caserna”) ter recebido o título nada distintivo de “Mensalão do EB”. A matéria da Carta Capital destaca que Gurgel terá de de tomar uma posição também sobre o foro privilegiado dos generais. Pela interpretação até agora em vigor, eles só podem ser julgados pelo Superior Tribunal Militar (STM), onde até agora um único general foi condenado, e posteriormente absolvido no Supremo Tribunal Federal (STF). Mas o Ministério público militar defende tese diferente: "Se um general comete um crime militar, é processado e julgado pelo STM. Se o crime é comum, o processo corre na Justiça Federal".
     Sempre favorável aos governos petistas de Lula e Dilma, a Carta Capital joga pesado com o Procurador-Geral para, na verdade, atingir o Comandante do EB: “Diante da gravidade das denúncias de corrupção a envolver oficiais-generais do Exército, talvez Gurgel se anime a desengavetar o tema. Ou será o caso de se pensar ao contrário? Em razão disso é que tudo poderá permanecer deitado eternamente nesse berço esplêndido: a gaveta do senhor procurador-geral. Por trás da emersão dessas denúncias existe um problema imperceptível para a sociedade civil: um conflito latente entre os oficiais engenheiros e os oficiais combatentes”.
    Carta Capital informa que uma auditoria do Tribunal de Contas da União, concluída no fim de junho, revela que o General Enzo Peri teria beneficiado empresas ligadas a militares e ex-militares com dispensas de licitação entre 2003 e 2007, quando ele chefiou o DEC - Departamento de Engenharia e Construção do EB. Cargo que Enzo só deixou ao assumir o Comando do Exército no governo do presidente Lula, sendo mantido na função por Dilma Rousseff. Aliás, a falta da tradicional rotatividade no comando da Força é uma das críticas dos oficiais “combatentes”.
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Panamá intercepta navio norte-coreano com armamento em meio a carga de açúcar
Conteúdo: ucho.info - http://ucho.info/panama-intercepta-navio-norte-coreano-com-armamento-em-meio-a-carga-de-acucar

Barrado no baile – Autoridades do Panamá retiveram em Colón, no litoral do Caribe, um navio de bandeira norte-coreana com carga de açúcar procedente de Cuba, sob a qual foram encontradas armas de guerra, anunciou Ricardo Martinelli, presidente do país centro-americano.
“O navio vinha de Cuba com destino à Coreia do Norte”, declarou Martinelli, que indicou que após tirar a primeira camada da carga de açúcar foram encontrados os armamentos acondicionados em dois contêineres. O presidente do Panamá, que solicitou às autoridades do porto de Manzanillo averiguação do fato, confirmou sem titubear que se trata de material bélico e balístico.
Questionado sobre a possibilidade de mísseis fazerem parte deste carregamento, o presidente panamenho disse desconhecer a informação. “Que o mundo saiba que material bélico não declarado não pode passar pelo Canal do Panamá”, afirmou Martinelli, que ressaltou que o capitão do navio e os 35 tripulantes, que estão detidos, esboçaram forte resistência à ação das autoridades panamenhas. Os tripulantes e o capitão foram levados à antiga base aeronaval americano de Sherman, atualmente sob o comando Serviço Naval do Panamá, para depoimentos e o imediato prosseguimento das investigações.
O ministro de Segurança do Panamá, José Raún Mulino, identificou o navio como Chon Chong Wang e informou que os dois contêineres com as armas foram encontrados em meio a uma carga de açúcar mascavo. Segundo Mulino, caberá às Nações Unidas decidir a quem os detidos no canal serão entregues.
Junto com Martinelli e Mulino, o juiz antidrogas Javier Caraballo, que comandou a operação de inteligência que culminou com a interceptação do navio, também estava presente no local. “O Panamá é um país que chama a paz, não a guerra”, concluiu o presidente Ricardo Martinelli.
Esse episódio confirma a disposição do governo truculento dos irmãos Castros de colaborar com as escassas ditaduras esquerdistas ao redor do planeta. Com a economia combalida e cada vez mais dependente dos petrodólares da Venezuela, que continuam aterrissando em Havana por obra do finado caudilho Hugo Chávez, o governo cubano pode ter utilizado a ilha caribenha apenas como passagem para o armamento enviado por outro país. Não causará surpresa se o armamento apreendido no Canal do Panamá for parte do arsenal bélico venezuelano.
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segunda-feira, 22 de julho de 2013


Caças Mig-21 encontrados em navio norte-coreano detido no Panamá.
Conteúdo: Assuntos Militares

 (Foto: Rodrigo Arangua/AFP PHOTO)
Foram encontrados dois caças Mig-21 escondidos num navio norte-coreano apreendido pelas autoridades do Panamá. O cargueiro proveniente de Cuba trazia a bordo também outro tipo de armamento não-declarado, como baterias anti-aéreas, e radares de controle anti-míssil.

(Foto: Rodrigo Arangua/AFP PHOTO)

Os aviões estavam ocultos em contentores, juntamente com toneladas de sacos de açucar.

Javier Caraballo, procurador anti-droga do Panamá afirma já terem sido formalizadas acusações contra o grupo a bordo do navio e que está a ser levado a cabo um processo penal. Diz ainda já ter estabelecido contato com o Conselho de Segurança das Nações Unidas, para que os especialistas possam avaliar a situação e determinar uma possível violação da resolução do mesmo Conselho de Segurança.”

Segundo Havana, a embarcação deixou Cuba com “armamento obsoleto” e dirigia-se à Coreia do Norte para reparações.

Os especialistas da ONU vão avaliar se foi violada a resolução que proíbe comercialização de armas com o país asiático, devido aos testes nucleares.
Fonte: Assuntos Militares
http://www.assuntosmilitares.jor.br/2013/07/cacas-mig-21-encontrados-em-navio-norte.html



terça-feira, 9 de julho de 2013

Alô, Forças Armadas! Aviões venezuelanos despejam centenas de guerrilheiros no Brasil?

Os supostos médicos cubanos foram substituídos?
da redação OEB
Enquanto aqueles que anseiam preservar e conservar a democracia festejam o "cancelamento" da vinda de 6.000 médicos guerrilheiros cubanos, algo muito estranho acontece.
Aviões venezuelanos descarregam centenas de guerrilheiros em Mato Grosso do Sul? Estes se espalham pelo Brasil, numa visível operação nada lícita, sobretudo pela conivência governamental e, obviamente, para operações de tomada de poder, já que o povo provou nas ruas que não querem mais os atuais governantes, com destaque para Dilma e seu chefe Lula.
Apelamos para a inteligência das Forças Armadas e autoridades que têm a obrigação, prevista na Carta Magna, de proteger e evitar tal invasão não noticiada.
Onde estão nossas Forças Armadas nesta hora?
Estão aprovando deliberadamente?
Estão cientes e concordando com o que vai contra a vontade popular, que é a manutenção da democracia e expulsão do comunismo?
ONDE ESTÃO AQUELES QUE TÊM OBRIGAÇÃO DE NOS PROTEGER?
Acreditamos ser motivo de IMPEACHMENT por contrariar a vontade popular, ameaçando o regime Republicano e nossa soberania, caso seja o que todos estão concluindo ser.
O Brasil precisa de uma explicação sobre isso, para que não cause uma verdadeira confusão.

Segue, na íntegra, material publicado em forma de post no Facebook:


Ao fazer conexão no aeroporto de Campo Grande por volta das 20 horas , me deparei com esse mostrengo da força aérea Venezuela em pleno aeroporto brasileiro descarregando muita bagagem, até ai tudo bem, entrei no saguão pra pegar o voo pra SP e me deparo com mais de 200 venezuelanos com caras de terrorista acompanhados de uns 6 soldados fardados, não tive como tirar foto deles pois estes estavam espalhados por todos os locais em separado , alguns com camisas vermelhas escrito CUMUNISMO, VIVA CHÊ e outras coisitas más. Muito bem , o que me causou estranheza é que vários entraram no voo pra SP em separado e como que disfarçando que não se conheciam , entretanto os que se encontravam em um canto com caras de chefes lá ficaram, continuo na outra foto.


Pois bem , de repente de minha janela observo estes que aparentavam mais alta patente e maldade saindo por uma porta especial , e se dirigindo pra o seu avião venezuelano , achei muito estranho e uma aeromoça me disse que outros mais haviam partido em outro voo pra local desconhecido . A pergunta que não quer calar é a seguinte: Porque vários venezuelanos a paisana estariam chegando no Brasil em um avião militar e partindo em separado em voos domésticos , o que um avião militar venezuelano estaria fazendo em território nacional na calada da noite e com nitidamente militantes e ou guerrilheiros ? Com todo o respeito , tem merda nisso que vi e eu não to brincando nem exagerando , todos eles não abriram a boca no saguão e nem dentro do avião.



Essa foi a ultima foto , eles chegando no avião cargueiro , agora pra onde foram eles e pra onde foram os outros nos voos domésticos e por quê?

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Omitimos a autoria do post, porém, ele está "rodando" o FB, o que deixa intrigado qualquer comunidade de amigos, grupos e, acima de tudo, cidadãos que querem um Brasil livre, com ORDEM e PROGRESSO.
O Brasileiro não aceita a cubanização do País, nem a miséria, desabastecimento, falta de liberdade, falência da economia, marginalidade, prostituição e atraso, como ocorre em todos os países onde foi implantado a ditadura totalitarista comunista.