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domingo, 7 de julho de 2013

A queda do trono pode ser atribuida ao seu inimigo número um - o povo!

da redação OEB*
A presidente experimenta o amargor do abandono. Famosa por ser estúpida com seus subordinados e até aliados, agora precisará aprender bons modos e humildade, para tentar conseguir, diplomaticamente, apoios para o sonho que virou pesadelo - 2014.

Pode atribuir sua queda do trono ao seu maior inimigo - o povo brasileiro.

Queda de popularidade freia alianças de Dilma para 2014

CATIA SEABRA/MÁRCIO FALCÃO
Conteúdo FOLHA - DE BRASÍLIA


A queda de popularidade da presidente Dilma Rousseff impôs um freio na costura de alianças para sua reeleição. Os dados do Datafolha --redução de 27 pontos na aprovação em três semanas-- afugentaram os aliados.
Intrigados com o impacto dos protestos, partidos que integram a equipe ministerial congelaram a antes avançada composição para 2014.
O presidente do PDT, Carlos Lupi (RJ), chegou a dizer à presidente que a costura de aliança ficará para 2014: "Nunca disse que a aliança estava fechada, mesmo depois da nomeação do Manoel Dias [ministro do Trabalho]".
O presidente do PRB, Marcos Pereira, também deixa duas definições para o ano que vem. Para ele, está cedo para sacramentar a aliança. "No cenário nacional, a coisa está feia", diz. O PRB ocupa o Ministério da Pesca, com Marcelo Crivella.
Recém-acomodado na Esplanada com Guilherme Afif na pasta da Micro e Pequena Empresa, o PSD, de Gilberto Kassab, também se retraiu. Há um mês, a sigla fechou o apoio de 14 dos 27 diretórios estaduais à reeleição de Dilma. A consulta aos outros 13 Estados só será retomada no mês que vem.
O principal foco de rebelião está no diretório de Minas, que não abre mão do apoio ao tucano Aécio Neves. Cinco deputados estaduais ameaçam deixar o PSD em caso de embarque na reeleição de Dilma.

Editoria de Arte/Folhapress
Para o secretário-geral da sigla, Saulo Queiroz, ainda é cedo para avaliar o efeito das manifestações nas alianças. "Não há motivo para precipitações. Vamos continuar do jeito que estamos, mas esperando o futuro", completou.
O baque de Dilma realimentou as pretensões eleitorais do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). Opositores da ideia de candidatura própria no partido se recolheram.
Apontado como um defensor da manutenção do apoio a Dilma, o vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, afirma que a pré-candidatura de Campos "permanece em pé".
Ele disse que, mesmo com a pressão popular, ainda é cedo para avaliar os efeitos na corrida presidencial, mas reconheceu que foi por terra a crença de que a reeleição de Dilma estava consolidada. "O clima de já ganhou não existe mais. Agora, é preciso esperar para ver se ela consegue reverter a queda", afirmou.
No PP, o discurso é que "ainda nada mudou". No neogovernista PTB, o presidente licenciado Roberto Jefferson mantém contato com o PSDB. Já o atual presidente, Benito Gama, nomeado diretor do Banco do Brasil, diz que a união com Dilma está selada.
Principal aliado do PT, o PMDB se vale da fragilidade para exigir mais espaço no governo. "Não temos ministérios. Temos ministros", reclama Geddel Vieira Lima.
O partido tem no líder Eduardo Cunha (RJ) um simpatizante, ainda que reprimido, do "volta Lula". Ele avalia, porém, que "essa avalanche" de manifestações afetaria o ex-presidente: "O candidato do PT estará no segundo turno. Vai ter segundo turno com certeza. Vamos ver quem será o candidato do PT".
Outra consequência política da queda de popularidade foi o aumento das especulações sobre reforma ministerial. Ontem, após reunião com um grupo de ministros e ex-ministros, Dilma divulgou uma nota oficial desmentindo qualquer mudança.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

O perigo da volta da LULETARGIA

PT monta operação para abafar o ‘Volta Lula’

Reunião da executiva do partido expôs divergência interna e ala tenta pedir unidade a partidários

Conteúdo: Vera Rosa - O Estado de S.Paulo
Brasília - Em reunião marcada por críticas à falta de diálogo do governo Dilma, a Executiva do PT montou ontem uma operação para abafar o coro do "Volta Lula" e desviar o foco dos protestos nas ruas.
Depois de um dia de vaivém na base aliada, a cúpula petista defendeu, em público, a convocação de um "plebiscito já" para a reforma política, mesmo sabendo que não há qualquer chance de as mudanças entrarem em vigor na eleição de 2014. Além disso, o PT ressuscitou a proposta da Assembleia Constituinte exclusiva para a reforma política.
O racha, porém, ficou evidente. "O Tribunal Superior Eleitoral, ao fixar um prazo de 70 dias para a realização do plebiscito, inviabilizou que as alterações no sistema possam valer para 2014", afirmou o deputado Cândido Vaccarezza (SP). Para ele, o PT também não pode aceitar a sugestão de fim do voto secreto no Parlamento, tema encaminhado ao Congresso pela presidente Dilma Rousseff.
"Só ditadura tem voto aberto. Os Estados Unidos, com 200 anos de democracia, têm voto secreto. Por que o Brasil vai querer o aberto? É preciso que haja bom senso", protestou Vaccarezza.
As divergências dominaram a reunião. Na hora do almoço, a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, foi ao encontro pedir aos petistas que mantivessem a unidade. Disse que o governo enfrentava uma crise, uma situação econômica difícil e conclamou o PT a fazer uma forte manifestação de apoio a Dilma, deixando de lado as disputas com o PMDB.
"Quem fala na volta do Lula em 2014 está prestando um desserviço. Não podemos antecipar o fim do nosso governo", afirmou o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), numa referência à opinião do colega Devanir Ribeiro (PT-SP). Em entrevista ao Estado, Devanir disse que "já está na hora de Lula voltar". "Esse assunto não ganha ressonância ente nós", rebateu Rui Falcão. "Lula não dá guarida a isso". O líder do PT no Senado, Wellington Dias (PI), disse que o partido decidiu vetar o "Volta Lula" por uma questão de sobrevivência. "Somos 100% pela reeleição de Dilma. Seria muita covardia puxar esse "Volta Lula" nessa crise", insistiu Dias.

PT não explica e ninguém aparece para reclamar R$ 1,7 milhões

Justiça repassa à União R$ 1,7 milhões apreendidos com membros do PT em campanha

Fonte: Olhar Jurídico - Da Redação - Katiana Pereira


Foto: Polícia Federal
Pilhas com parte do R$ 1,7 mi apreendido pela PF em 2006
Pilhas com parte do R$ 1,7 mi apreendido pela PF em 2006
O juiz federal Paulo Cezar Alves Sodré determinou que os R$ 1,7 milhões apreendidos com membros do Partidos dos Trabalhadores (PT) às vésperas das eleições de 2006, seja integralmente repassado à União. O montante foi encontrado pela Polícia Federal em um hotel em São Paulo, com Gedimar Pereira Passos - que trabalhava na campanha para reeleição do ex-presidente Lula - e Valdebran Padilha - arrecadador da campanha do PT à Prefeitura de Cuiabá em 2004.

A informação é do Portal UOL. Segundo a publicação, até o momento ninguém reclamou o dinheiro. A origem de parte do dinheiro continua desconhecida.

Segundo o Ministério Público Federal em Mato Grosso, o valor seria usado para a compra de um suposto dossiê que revelaria o envolvimento do então candidato ao governo de São Paulo, José Serra (PSDB), com a organização criminosa que ficou conhecida como "máfia dos sanguessugas", de compra de ambulâncias superfaturadas.

O caso ficou conhecido como escândalo dos "aloprados". Em junho de 2012, a Justiça Federal aceitou denúncia do MPF-MT contra nove pessoas por crime contra o sistema financeiro nacional, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

Entre os denunciados, estão os "aloprados" Jorge Lorenzetti, Expedito Veloso, Osvaldo Bargas e Gedimar Pereira Passos, que trabalhavam na campanha de reeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Constam ainda da denúncia os nomes de Hamilton Lacerda, ex-braço direito do hoje ministro Aloizio Mercadante (Educação) e do empresário Valdebran Padilha, que em 2004 atuou como arrecadador da campanha petista à prefeitura de Cuiabá.

A denúncia atribui ao grupo os crimes de formação de quadrilha, contra o sistema financeiro, de lavagem de dinheiro e declaração de informação falsa em contratos de câmbio. Não foi provado o crime eleitoral.