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quarta-feira, 24 de julho de 2013

FAB a serviço dos desmandos e da corrupção

da redação OEB
A farra com jatos da FAB é muito maior que se possa imaginar, embora tenha sido destaque na imprensa nos últimos dias.
Mas nada aparece sobre as inúmeras viagens do ex-presidente com sua amante, tornando o Força Aérea 1 um verdadeiro motel voador que, como se não bastasse, carregava muito dinheiro para depósitos em contas que, certamente, estão blindadas e sustentam o padrão bilionário do fugitivo da mídia e das cobranças do povo.
O apedeuta "palestrista" viajava com a amante mas não sabe de nada. O Rosegate nunca existiu, afinal! Talvez não se lembre, da mesma forma que não se lembra do item - PRINCÍPIOS MORAIS - já que nunca honrou a confiança que o crédulo e inocente povo brasileiro depositou em seu nome.

Força Aérea 1 e o Rosegate - reportagem

Vídeo TVT Brasil - www.tvtbrasil.com

Também não se fala da grande mobilização dos jatos, inclusive de combate, para transporte e proteção de chefes de estado comunistas para as reuniões do Foro de São Paulo - organização nazopetista que define e dita todas as ações para tornar o Brasil num País retrógrado, copiando um regime que, historicamente, nunca deu certo em todo o planeta, mas beneficia a elite que o implanta, tornando-os multibilionários, enquanto leva a população ao desemprego, inflação e miséria absoluta.
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Ministro levou família a Cuba em jato oficial

FILIPE COUTINHO - DE BRASÍLIA
Conteúdo Folha
O ministro Aldo Rebelo (Esporte) usou um avião da FAB (Força Aérea Brasileira) para ir a Cuba no Carnaval com a mulher, o filho e assessores.
Ele esteve em Havana em missão oficial e justificou a carona à mulher e ao filho dizendo que ambos também foram convidados pelo governo cubano.
Nenhum dos dois representou o governo brasileiro na missão. Quando o ministério publicou nota sobre a viagem de Aldo, em fevereiro, o nome deles não constava na lista oficial da comitiva.
A mulher do ministro, Rita, é coordenadora na Secretaria da Mulher do governo do Distrito Federal, controlada pelo PC do B, mesmo partido de Aldo. Já o filho, de 21 anos, é estudante universitário e estagiário.
A Folha revelou que três políticos usaram aviões da FAB para dar caronas a amigos e parentes a eventos fora da agenda oficial. Depois dos casos revelados, todos anunciaram a devolução dos valores das passagens.
O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), foi o primeiro flagrado dando carona a parentes para ir ver o jogo do Brasil. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), levou a mulher a uma festa de casamento da filha de outro senador em Porto Seguro.
O ministro Garibaldi Alves (Previdência) foi outro que deu carona a um empresário também para ver o jogo do Brasil. No total, os três devolveram R$ 44.245,29.
O decreto 4.244/2002, que disciplina o uso de aviões da FAB por autoridades, diz que os jatos podem ser requisitados quando houver "motivo de segurança e emergência médica, em viagens a serviço e deslocamentos para o local de residência permanente". O texto do decreto não diz quem pode ou não viajar acompanhando as autoridades.
PARCERIA
No caso de Aldo, a missão oficial a Cuba serviu para o ministro assinar fechar intercâmbio de atletas entre os dois países para os jogos de 2016. O ministro recebeu diárias de R$ 1.776,25.
O grupo saiu de Brasília no sábado de Carnaval, dia 9, fez escala em Boa Vista (RR) e só voltou na Quarta-Feira de Cinzas, dia 13 de fevereiro.
A FAB destacou um jatinho Legacy, da Embraer, com capacidade de 14 passageiros, para levar a comitiva.
Em missão oficial, os ministros têm direito a usar os jatos da FAB ou podem viajar com aviões de carreira. Foi o que ocorreu com Aldo depois de ir a Cuba em aviões da FAB. No mês seguinte ele foi à Suíça e o governo bancou passagens executivas ao custo de R$ 25 mil.
A Folha cotou preços para duas pessoas, em viagem de ida e volta entre Brasília e Havana na aviação civil. Na primeira semana de agosto, duas viagens de ida e volta custariam mais de R$ 5.500. Para novembro, o valor cai para R$ 3.600.
OUTRO LADO
Em nota, o Ministério do Esporte disse que a viagem da mulher e do filho do ministro Aldo Rebelo a Cuba, em missão oficial, não gerou custos ao governo. Segundo a pasta, os dois foram convidados pelo governo de Cuba e cumpriram a programação "definida pelo protocolo cubano".
"A esposa e o filho do ministro o acompanharam na viagem a Cuba como convidados do governo daquele país. O ministro cumpriu agenda oficial em reuniões com autoridades. Sua esposa e seu filho cumpriram programação definida pelo protocolo cubano. A presença dos dois não representou acréscimo ao custo da viagem".
O ministério, contudo, admitiu que a mulher e o filho foram em voo da Força Área Brasileira. "A esposa e o filho do ministro, também convidados do governo cubano, o acompanharam na viagem "" em avião da Força Aérea Brasileira", diz a nota.
Segundo a pasta, não houve gastos com hotel, uma vez que a mulher e o filho do ministro "foram hospedados pelo governo de Cuba".
Ainda segundo,a nota, "o ministro participou de reuniões com dirigentes, visitou centros de treinamentos e assinou acordos para a criação de grupos de trabalho que vão executar intercâmbio entre o Brasil e Cuba".



Joaquim Barbosa, presidente do Supremo, usou voo da FAB duas vezes

DE BRASÍLIA 16/07/2013
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, usou aviões da Força Aérea Brasileira por duas vezes desde que assumiu a presidência do tribunal, em novembro.
Segundo nota da assessoria do tribunal, Barbosa foi em uma aeronave da FAB a Natal, em abril, para inspeção em comarcas. Em maio, foi à Costa Rica participar de conferência. A nota da assessoria não informou os custos das viagens.

Desde ontem, o governo exibe na internet os dados sobre voos oficiais. A medida foi tomada após a Folha revelar que ministro e presidentes da Câmara e do Senado usaram aviões da FAB para ir a jogos de futebol e até a casamento.
De acordo com a nota da assessoria, Barbosa determinou a publicação de dados das viagens de todas as autoridades do tribunal em aviões da FAB. Mas, segundo a própria assessoria, os outros dez ministros da corte não têm poder para solicitar essas aeronaves.

Pedro Ladeira-26.mai.13/Folhapress
O presidente do STF Ministro Joaquim Barbosa
O presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa
RELEMBRE OS CASOS
O Painel da Folha revelou no dia 4 de julho que o presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), usou o avião da FAB para ir ao casamento da filha do líder do PMDB na Casa, Eduardo Braga (AM), que ocorreu em Trancoso (BA) e reuniu diversas autoridades.
Renan devolveu R$ 32 mil aos cofres públicos relativos ao uso da aeronave oficial no dia 15 de junho entre as cidades de Maceió, Porto Seguro e Brasília para participar do casamento.

domingo, 7 de julho de 2013

MST e demais facções vão para as ruas enquanto o povo pede Forças Armadas

da redação OEB*
MST e demais facções vão para as ruas enquanto o povo pede Forças Armadas, como em 1964.
A insistência do desgoverno, que ainda é Federal, assusta a vontade popular.
Os anseios populares nem passam pela cabeça da gerentona do palácio.
Em queda livre, sendo subestimada pelo próprio partido/facção, abandonada por "fieis" aliados, segue os conselhos do ilustre desaparecido ex-atual-presidente e fecha mais um acordo com a facção MST.
O "chefe" é o coordenador da própria idéia e começa a colocar a militância guerrilheira que detesta trabalho, nas ruas do Brasil. Mas eles gostam de vandalismo, invasões etc e a data escolhida foi dia 11 de julho próximo.
Ocorre que o povo já havia marcado uma manifestação especial para o dia 10 - um dia antes.
Especial porque será a primeira aclamação às Forças Armadas, pois o povo perdeu a esperança de uma solução amigável. Todos querem os vermelhos bem longe do poder e atrás das grades.

Após reunião com Dilma, MST diz que vai às ruas defender plebiscito

Conteúdo FOLHA - BRENO COSTA - DE BRASÍLIA- 05-07-2013
O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) vai às ruas na próxima quinta-feira (11) para defender a realização de um plebiscito que inclua, mas vá além, dos pontos defendidos pela presidente Dilma Rousseff para uma reforma política.
Mobilizada principalmente por centrais sindicais e outros movimentos organizados, como o MST, está prevista para o dia 11 uma série de protestos em todo o país, inclusive com paralisações de determinadas categorias de trabalhadores.
Os sem-terra se reuniram com Dilma por mais de duas horas, na tarde desta sexta-feira (5), no Palácio do Planalto. Embora tenha defendido mais "desburocratização" do processo de reforma agrária e políticas mais restritivas a alimentos transgênicos por parte do governo, o movimento adotou um discurso de mais alinhamento com os movimentos políticos recentes da presidente.

Alan Marques/Folhapress
A presidente Dilma e os ministros Gilberto Carvalho e Pepe Vargas recebem representantes dos movimentos do campo
A presidente Dilma e os ministros Gilberto Carvalho e Pepe Vargas recebem representantes dos movimentos do campo
"A presidente avançou ao pautar a reforma constituinte, e avançou ao pautar o plebiscito popular", afirmou Alexandre Conceição, integrante da direção nacional do MST, após sair da reunião.
Outras dez entidades de trabalhadores do campo também participaram do encontro com a presidente. Nenhuma medida concreta foi anunciada pelo governo na reunião, mas o MST valorizou a abertura de diálogo direto com a presidente Dilma.
No entanto, afirmou que, embora tenha saído "contente" do encontro, não significa que a entidade servirá de correia de transmissão aos interesses do governo.
"Nós não vamos para a rua para defender o governo", disse Conceição.
Embora apoie os cinco pontos propostos pelo governo para serem incluídos num plebiscito sobre a reforma política, o MST defende que outros tópicos sejam levados à consulta popular, especialmente em relação a mecanismos capazes de aumentar a democracia direta.
Segundo Conceição, a reforma não pode ter uma conotação meramente eleitoral, como prevê a formatação proposta pelo Planalto.
Uma das propostas, segundo o representante do MST, é que com assinaturas de 1% do eleitorado seja possível convocar plebiscitos. Hoje, esse percentual é válido para a apresentação ao Congresso de um projeto de lei de iniciativa popular.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

O perigo da volta da LULETARGIA

PT monta operação para abafar o ‘Volta Lula’

Reunião da executiva do partido expôs divergência interna e ala tenta pedir unidade a partidários

Conteúdo: Vera Rosa - O Estado de S.Paulo
Brasília - Em reunião marcada por críticas à falta de diálogo do governo Dilma, a Executiva do PT montou ontem uma operação para abafar o coro do "Volta Lula" e desviar o foco dos protestos nas ruas.
Depois de um dia de vaivém na base aliada, a cúpula petista defendeu, em público, a convocação de um "plebiscito já" para a reforma política, mesmo sabendo que não há qualquer chance de as mudanças entrarem em vigor na eleição de 2014. Além disso, o PT ressuscitou a proposta da Assembleia Constituinte exclusiva para a reforma política.
O racha, porém, ficou evidente. "O Tribunal Superior Eleitoral, ao fixar um prazo de 70 dias para a realização do plebiscito, inviabilizou que as alterações no sistema possam valer para 2014", afirmou o deputado Cândido Vaccarezza (SP). Para ele, o PT também não pode aceitar a sugestão de fim do voto secreto no Parlamento, tema encaminhado ao Congresso pela presidente Dilma Rousseff.
"Só ditadura tem voto aberto. Os Estados Unidos, com 200 anos de democracia, têm voto secreto. Por que o Brasil vai querer o aberto? É preciso que haja bom senso", protestou Vaccarezza.
As divergências dominaram a reunião. Na hora do almoço, a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, foi ao encontro pedir aos petistas que mantivessem a unidade. Disse que o governo enfrentava uma crise, uma situação econômica difícil e conclamou o PT a fazer uma forte manifestação de apoio a Dilma, deixando de lado as disputas com o PMDB.
"Quem fala na volta do Lula em 2014 está prestando um desserviço. Não podemos antecipar o fim do nosso governo", afirmou o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), numa referência à opinião do colega Devanir Ribeiro (PT-SP). Em entrevista ao Estado, Devanir disse que "já está na hora de Lula voltar". "Esse assunto não ganha ressonância ente nós", rebateu Rui Falcão. "Lula não dá guarida a isso". O líder do PT no Senado, Wellington Dias (PI), disse que o partido decidiu vetar o "Volta Lula" por uma questão de sobrevivência. "Somos 100% pela reeleição de Dilma. Seria muita covardia puxar esse "Volta Lula" nessa crise", insistiu Dias.