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domingo, 7 de julho de 2013

O PURGATÓRIO BRASILEIRO ESTÁ PRESTES A COMEÇAR*


Ninguém se importa se Dilma Roussef tenha assassinado ou roubado. É apenas o populismo na forma mais cruel. Ela é a senhora Lula. Os pobres se beneficiaram um pouco do fim da inflação e se esqueceram que esta situação foi herdada por Lula. O interessante é que o Partido dos Trabalhadores não é comunista, nem o que auxilia os trabalhadores. IBGE, a principal instituição de estatística no Brasil, acaba de lançar a informação dando conta que o analfabetismo no Brasil aumentou, durante o reinado de Lula. O saneamento básico está no mesmo nível que era no momento da sua coroação.

50 mil brasileiros morrem de mortes violentas, a maioria causadas por armas e drogas contrabandeadas para o país pelos terroristas marxistas das FARC, os aliados de Lula. A próxima Copa do Mundo será no Rio de Janeiro. Em contrapartida, o Banco Federal de Desenvolvimento (BNDES) recebeu este ano 100 US$ bilhões para emprestar às grandes corporações, a fim de “comprar” a sua boa-vontade em relação ao governo durante a campanha eleitoral.

Os capitalistas receberam o dinheiro com juros em torno de 3,5% a 7%, enquanto o governo paga
10% a 12% para os bancos. Banco Itaú teve o maior lucro de um banco nas Américas, incluindo os dos EUA. Outros atos de generosidade do governo incluem a distribuição de licenças de TV e rádio para os capitalistas e os políticos, uma rede de TV para os dirigentes sindicais (que ganham um dia de salário dos trabalhadores e não podem ser fiscalizadas) e a definição dos objetivos de investimento dos fundos de pensão de empresas estatais, na ordem de centenas de bilhões de dólares.
Eles podem fazê-lo ou quebrá-lo.
FASCISMO: Esta é uma economia fascista, na sua mais pura definição.
Mussolini estaria orgulhoso. É difícil para o povo a entender como o comunismo mudou a partir de uma utopia social para este fascismo na forma mais primata. O motivo é que eles mantêm a aparência sob o velho charme por causas culturais, como o aborto livre, o casamento gay, a globalização, o radicalismo ecológico etc. Assim como na China, dizem-lhe como viver sua vida particular.

Censura ou “controle da mídia” está na agenda de Dilma, da mesma forma como se encontra em pleno andamento na Argentina e Venezuela hoje em dia. A privacidade fiscal de oponentes de Dilma foi quebrada sem consequências.

Os direitos fundamentais garantidos pela Constituição nada valem para o Partido dos Trabalhadores e eles estão desafiando os direitos de propriedade. Um grupo de camponeses comunistas, todos financiados e liderados por agitadores profissionais, invadem fazendas, matam pessoas (como fazem agora) e a questão será decidida por consulta popular, da comuna. Estão sendo preparados para ser
peões do governo mundial. Prevejo tempos difíceis à frente para o Brasil. Dilma é incompetente e teimosa. A dívida pública do Brasil quase triplicou, e está prestes a explodir, devido às altas taxas de juros. O boom da exportação de minerais e agro-commodities, que impulsionaram a popularidade de Lula, pode acabar a qualquer momento, especialmente se uma crise pesada atingir o dólar. O nível da tributação no Brasil é um dos mais altos do mundo, com 40,5%, e a burocracia, com 85 diferentes impostos na última contagem, astronômica.
Eles não serão mais capazes de aumentar os impostos para sustentar os vagabundos empregados do governo e a alta corrupção. Quando o governo quebrar, as ajudas sociais que apoiaram a popularidade de Lula estarão em risco. Sem o crescimento das exportações, haverá menos postos de trabalho, e é possível que nós venhamos a ter tumultos e protestos. As coisas têm sempre sido muito fáceis neste país, onde o alimento cresce até nas rachaduras na calçada.

Talvez já esteja na hora de os brasileiros amadurecerem pelo sofrimento.

Eleição indireta para presidente - PL aprovada que segue para a Câmara

Você se lembra do DIRETAS JÁ!
Pois estamos voltando ao que era antes!

da redação OEB*
Numa comprovada ação de total indiferença ao povo brasileiro, os déspotas instalados em Brasília continuam subestimando a inteligência do povo e fazendo do País o que bem entendem, consolidando o regime ditatorial.

Nenhum item ou pauta tratados referem-se a soluções para os verdadeiros problemas brasileiros. Pelo contrário! Estão criando situações que garantem a falência do Estado mais rapidamente.

Comissão regulamenta eleição indireta de presidente da República

Projeto de lei detalha como processo, previsto da Constituição, deverá ser feito. Novo presidente será escolhido por deputados e senadores com voto aberto

Arthur Monteiro/Agência Senado
Proposta de Pedro Taques busca regulamentar trecho da Constituição.
A Comissão Mista sobre a Consolidação da Legislação Federal e Regulamentação de Dispositivos da Constituição Federal aprovou nesta quinta-feira (6) um projeto de lei para regulamentar a previsão de eleição indireta para a Presidência da República. Após quase 25 anos da promulgação da Carta Magna, o artigo que prevê o pleito indireto ainda não foi regulamentado. Com a aprovação, a proposta segue para análise do plenário da Câmara e, se aprovado, será votado pelo Senado.

O texto regulamenta o artigo 81 da Constituição, que trata da eleição indireta para cargos de presidente e vice-presidente da República, em caso de vacância nos últimos dois anos do mandato. Se isso acontecer, novas eleições devem ser convocadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em até 90 dias. De autoria do senador Pedro Taques (PDT-MT), a proposta detalha a forma de convocação da eleição, o registro de candidaturas, os prazos de recursos, a proclamação do resultado e a posse dos eleitos, além das possíveis exceções.

De acordo com o texto, a eleição indireta deve ser convocada pelo Congresso Nacional 48 horas após a vacância do cargo. O pleito deve ocorrer em até 30 dias e os candidatos terão dez dias para registrar a candidatura. Quem conduzirá o processo será a Mesa do Congresso Nacional. A eleição deverá acontecer em sessão unicameral, com voto ostensivo e aberto de deputados e senadores.

O senador pedetista afirma que o voto aberto é uma prerrogativa neste caso, pois o cidadão tem o direito de saber quem seu representante escolheu. “O voto direto, no caso do cidadão escolher o seu representante, tem que ser secreto. Mas no caso do parlamentar escolher o presidente, aí tem que ser aberto porque é direito do cidadão saber”, explicou.

A chapa que obtiver a maioria absoluta dos votos, excluídos os votos brancos e nulos, será eleita. Se nenhum candidato alcançar a maioria absoluta na primeira votação, nova eleição deverá ser feita imediatamente após a proclamação do resultado. Entrarão no segundo pleito, os dois candidatos mais votados e será considerado vencedor quem obtiver a maioria dos votos válidos. A Mesa do Congresso deve proclamar o resultado em até 48 horas e, os eleitos serão empossados na mesma sessão.

Por sugestão do senador Romero Jucá (PMDB-RR), foi incluído uma regra que suspende a eleição caso a presidência da República fique vaga a menos de 30 dias do término do mandato. Neste caso, assumirá o comando do país, o presidente da Câmara dos Deputados. Caso não seja possível, o cargo pode ser assumido pelo presidente do Senado ou, em caso de novo impedimento, pelo presidente do Supremo Tribunal Federal.

Com informações da Agência Senado

MST e demais facções vão para as ruas enquanto o povo pede Forças Armadas

da redação OEB*
MST e demais facções vão para as ruas enquanto o povo pede Forças Armadas, como em 1964.
A insistência do desgoverno, que ainda é Federal, assusta a vontade popular.
Os anseios populares nem passam pela cabeça da gerentona do palácio.
Em queda livre, sendo subestimada pelo próprio partido/facção, abandonada por "fieis" aliados, segue os conselhos do ilustre desaparecido ex-atual-presidente e fecha mais um acordo com a facção MST.
O "chefe" é o coordenador da própria idéia e começa a colocar a militância guerrilheira que detesta trabalho, nas ruas do Brasil. Mas eles gostam de vandalismo, invasões etc e a data escolhida foi dia 11 de julho próximo.
Ocorre que o povo já havia marcado uma manifestação especial para o dia 10 - um dia antes.
Especial porque será a primeira aclamação às Forças Armadas, pois o povo perdeu a esperança de uma solução amigável. Todos querem os vermelhos bem longe do poder e atrás das grades.

Após reunião com Dilma, MST diz que vai às ruas defender plebiscito

Conteúdo FOLHA - BRENO COSTA - DE BRASÍLIA- 05-07-2013
O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) vai às ruas na próxima quinta-feira (11) para defender a realização de um plebiscito que inclua, mas vá além, dos pontos defendidos pela presidente Dilma Rousseff para uma reforma política.
Mobilizada principalmente por centrais sindicais e outros movimentos organizados, como o MST, está prevista para o dia 11 uma série de protestos em todo o país, inclusive com paralisações de determinadas categorias de trabalhadores.
Os sem-terra se reuniram com Dilma por mais de duas horas, na tarde desta sexta-feira (5), no Palácio do Planalto. Embora tenha defendido mais "desburocratização" do processo de reforma agrária e políticas mais restritivas a alimentos transgênicos por parte do governo, o movimento adotou um discurso de mais alinhamento com os movimentos políticos recentes da presidente.

Alan Marques/Folhapress
A presidente Dilma e os ministros Gilberto Carvalho e Pepe Vargas recebem representantes dos movimentos do campo
A presidente Dilma e os ministros Gilberto Carvalho e Pepe Vargas recebem representantes dos movimentos do campo
"A presidente avançou ao pautar a reforma constituinte, e avançou ao pautar o plebiscito popular", afirmou Alexandre Conceição, integrante da direção nacional do MST, após sair da reunião.
Outras dez entidades de trabalhadores do campo também participaram do encontro com a presidente. Nenhuma medida concreta foi anunciada pelo governo na reunião, mas o MST valorizou a abertura de diálogo direto com a presidente Dilma.
No entanto, afirmou que, embora tenha saído "contente" do encontro, não significa que a entidade servirá de correia de transmissão aos interesses do governo.
"Nós não vamos para a rua para defender o governo", disse Conceição.
Embora apoie os cinco pontos propostos pelo governo para serem incluídos num plebiscito sobre a reforma política, o MST defende que outros tópicos sejam levados à consulta popular, especialmente em relação a mecanismos capazes de aumentar a democracia direta.
Segundo Conceição, a reforma não pode ter uma conotação meramente eleitoral, como prevê a formatação proposta pelo Planalto.
Uma das propostas, segundo o representante do MST, é que com assinaturas de 1% do eleitorado seja possível convocar plebiscitos. Hoje, esse percentual é válido para a apresentação ao Congresso de um projeto de lei de iniciativa popular.

A queda do trono pode ser atribuida ao seu inimigo número um - o povo!

da redação OEB*
A presidente experimenta o amargor do abandono. Famosa por ser estúpida com seus subordinados e até aliados, agora precisará aprender bons modos e humildade, para tentar conseguir, diplomaticamente, apoios para o sonho que virou pesadelo - 2014.

Pode atribuir sua queda do trono ao seu maior inimigo - o povo brasileiro.

Queda de popularidade freia alianças de Dilma para 2014

CATIA SEABRA/MÁRCIO FALCÃO
Conteúdo FOLHA - DE BRASÍLIA


A queda de popularidade da presidente Dilma Rousseff impôs um freio na costura de alianças para sua reeleição. Os dados do Datafolha --redução de 27 pontos na aprovação em três semanas-- afugentaram os aliados.
Intrigados com o impacto dos protestos, partidos que integram a equipe ministerial congelaram a antes avançada composição para 2014.
O presidente do PDT, Carlos Lupi (RJ), chegou a dizer à presidente que a costura de aliança ficará para 2014: "Nunca disse que a aliança estava fechada, mesmo depois da nomeação do Manoel Dias [ministro do Trabalho]".
O presidente do PRB, Marcos Pereira, também deixa duas definições para o ano que vem. Para ele, está cedo para sacramentar a aliança. "No cenário nacional, a coisa está feia", diz. O PRB ocupa o Ministério da Pesca, com Marcelo Crivella.
Recém-acomodado na Esplanada com Guilherme Afif na pasta da Micro e Pequena Empresa, o PSD, de Gilberto Kassab, também se retraiu. Há um mês, a sigla fechou o apoio de 14 dos 27 diretórios estaduais à reeleição de Dilma. A consulta aos outros 13 Estados só será retomada no mês que vem.
O principal foco de rebelião está no diretório de Minas, que não abre mão do apoio ao tucano Aécio Neves. Cinco deputados estaduais ameaçam deixar o PSD em caso de embarque na reeleição de Dilma.

Editoria de Arte/Folhapress
Para o secretário-geral da sigla, Saulo Queiroz, ainda é cedo para avaliar o efeito das manifestações nas alianças. "Não há motivo para precipitações. Vamos continuar do jeito que estamos, mas esperando o futuro", completou.
O baque de Dilma realimentou as pretensões eleitorais do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). Opositores da ideia de candidatura própria no partido se recolheram.
Apontado como um defensor da manutenção do apoio a Dilma, o vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, afirma que a pré-candidatura de Campos "permanece em pé".
Ele disse que, mesmo com a pressão popular, ainda é cedo para avaliar os efeitos na corrida presidencial, mas reconheceu que foi por terra a crença de que a reeleição de Dilma estava consolidada. "O clima de já ganhou não existe mais. Agora, é preciso esperar para ver se ela consegue reverter a queda", afirmou.
No PP, o discurso é que "ainda nada mudou". No neogovernista PTB, o presidente licenciado Roberto Jefferson mantém contato com o PSDB. Já o atual presidente, Benito Gama, nomeado diretor do Banco do Brasil, diz que a união com Dilma está selada.
Principal aliado do PT, o PMDB se vale da fragilidade para exigir mais espaço no governo. "Não temos ministérios. Temos ministros", reclama Geddel Vieira Lima.
O partido tem no líder Eduardo Cunha (RJ) um simpatizante, ainda que reprimido, do "volta Lula". Ele avalia, porém, que "essa avalanche" de manifestações afetaria o ex-presidente: "O candidato do PT estará no segundo turno. Vai ter segundo turno com certeza. Vamos ver quem será o candidato do PT".
Outra consequência política da queda de popularidade foi o aumento das especulações sobre reforma ministerial. Ontem, após reunião com um grupo de ministros e ex-ministros, Dilma divulgou uma nota oficial desmentindo qualquer mudança.

sábado, 6 de julho de 2013

Médicos cubanos - Contrariando, mais uma vez, a voz do povo, governo insiste


da redação OEB*
Todas as ações do governo brasileiro são decididas no Foro de São Paulo. Após discutirem as estratégias de implantação do que foi decidido, o esquerdista que estiver no poder apenas executa.


O objetivo claro do projeto de contratação de médicos estrangeiros é trazer os supostos médicos cubanos.
Ocorre que Cuba, para formar 6.000 médicos, necessita de 20 anos, o que comprova a tese dos 6.000 guerrilheiros ideólogos disfarçados de médicos, sem a formação necessária para atender o povo.
Trazer, para o Brasil, a "democracia" cubana, nos mesmos moldes da Venezuela, é o objetivo principal, mesmo com as manifestações, o governo se recusa a atender a vontade popular e impõe sua ideologia comunista de todas as formas, embora o povo clame por democracia e condições de vida.
O Brasil tem todas as condições de oferecer o que o povo clama, porém, as vrebas para isso estão sendo "investidas" no armamento da maior facção comunista da América Latina.

Segue conteúdo do portal Terra/Agência Brasil:

Governo lança na segunda programa de contratação de médicos estrangeiros.

O governo vai lançar na próxima segunda-feira o Programa Mais Médicos para o Brasil, que prevê a ampliação de vagas de residência médica e contratação de milhares de médicos, inclusive profissionais estrangeiros. O anúncio será feito no Palácio do Planalto pela presidente Dilma Rousseff e os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e da Educação, Aloizio Mercadante.

Os objetivos do programa, segundo o governo, são melhorar o atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) e a formação dos médicos brasileiros. As propostas foram apresentadas pelo governo no fim de junho, em um pacote de anúncios para melhoria dos serviços públicos em resposta às manifestações que ocorreram no País.




A contratação de médicos estrangeiros é o ponto mais polêmico do programa e tem sido alvo de críticas de associações de médicos. Segundo Padilha, os médicos estrangeiros serão contratados para trabalhar em regiões pobres e no interior do País, quando as vagas não forem preenchidas por brasileiros.

Os profissionais estrangeiros vão passar por treinamento durante três semanas em universidades brasileiras para avaliar a capacidade de se comunicar em língua portuguesa e as habilidades em medicina. Só após o treinamento começarão atender aos pacientes. Os estrangeiros atuarão apenas na atenção básica à saúde e pelo período de três anos.

Entidades contrárias à medida, como o Conselho Federal de Medicina, argumentam que o problema da falta de atendimento à saúde no interior do País se deve à falta de estrutura e não de médicos, e exigem que os profissionais estrangeiros passem pelo Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos, o Revalida, antes de começarem a trabalhar no Brasil.
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sexta-feira, 5 de julho de 2013

FHC: onda de protestos não beneficiará nenhum partido

Análise do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre a onda de protestos e a transformação.


Conteúdo: LUCIANA NUNES LEAL - Agência Estado
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) disse, nesta sexta-feira, que a onda de protestos não vai beneficiar nenhum partido em particular. "Foi bom para todo mundo, mas não para favorecer tal ou qual partido. Quem imaginar que vai tirar proveito eleitoral de manifestação espontânea, chamada pela internet, perdeu. O povo não vai mais nessa onda, isso é passado. Os partidos têm que estar com ouvidos abertos para entender quais são as vozes das ruas, que são muitas", disse Fernando Henrique, que participou do início de uma reunião do Instituto Teotônio Vilela, com a presença do senador Aécio Neves, e de antigos colaboradores do governo tucano, como Armínio Fraga e Edmar Bacha.
Ele defendeu a reforma política, mas alertou que um plebiscito não pode servir para manipular eleitores e que é preciso tempo para esclarecer o que será discutido. "A reforma política é muito importante, embora não fosse reclamação imediata dos protestos. Não sei se o plebiscito é a melhor maneira, são muitas perguntas, toma tempo. Os tribunais de Justiça Eleitoral disseram uma coisa verdadeira: o plebiscito não pode ser para manipulação, para o povo votar sem saber no que vai votar. Tem que haver discussão prévia", afirmou.
O ex-presidente disse se arrepender de não ter feito reformas que entrassem em vigor no médio prazo. "Me arrependo hoje de não ter feito reformas para valerem em cinco anos, é mais fácil de aceitar. Não sei se essa pressa vai facilitar ou dificultar a reforma política. O fato de não dar tempo para 2014 (para as eleições de) não deve ser impedimento de o Congresso discutir a sério", afirmou.
Ao comentar a reação da presidente Dilma Rousseff à onda de protestos, Fernando Henrique disse que "o governo tentou, num primeiro momento, tirar de cima dele o problema" ao propor a reforma política. "Jogou para o Congresso. A reforma política é importante, mas tem outras questões. Ao fazer isso (propor o plebiscito), o governo chamou para si o problema. Resultado: o desgaste do governo federal é enorme".

Assessoria OEB LCWEB

MARCHA DAS FAMÍLIAS COM DEUS - organizada por grupos das Redes Sociais

SÃO PAULO - NO MASP * RIO DE JANEIRO - CANDELÁRIA
Link do evento: https://www.facebook.com/events/576387355734488/ 


ATENÇÃO PATRIOTAS QUE NÃO QUEREM VER A BANDEIRA DO BRASIL MANCHADA DE VERMELHO! Surgiu uma grande oportunidade para você fazer algo por seu país e por seus descendentes! Estamos organizando, com o apoio dos administradores das páginas adiante mencionadas, a MARCHA DA FAMÍLIA COM DEUS, EM DEFESA DA VIDA, DA LIBERDADE, da PÁTRIA E DA DEMOCRACIA, CONTRA O COMUNISMO, programada para o dia 10 de julho, em São Paulo (MASP), Rio de Janeiro (Candelária) e Campos dos Goyatacazes (PR).

VENHA COMBATER A FOICE E O MARTELO. As cores de nossa bandeira são verde, amarela, branca e azul anil. Não queremos a cor vermelha. Vermelha de comunistas, de socialistas, vermelha do sangue, do sangue do povo sugado pelos políticos podres, vampiros, genocidas. Sangue dos inocentes, sangue do suor, sangue do terror, sangue da morte.

LINK DA MARCHA DAS FAMÍLIAS CONTRA O COMUNISMO - CLIQUE AQUI -->> https://www.facebook.com/events/576387355734488/

Estamos na etapa 7/8 da implantação do comunismo no Brasil, via foro de são paulo, fundado por lula e fidel. Ou ficamos com a ditadura vermelha bolivariana (de Lula e Fidel - fundadores do foro de são paulo, cuja agenda está implantando o comunismo no Brasil), ou pedimos INTERVENÇÃO DAS FFAA JÁ (cumprimento do artigo 142 da Constituição Federal – em defesa da democracia, em defesa dos poderes constitucionais).

NÃO HÁ OUTRA SAÍDA

REPETINDO: NÃO HÁ OUTRA SAÍDA

OBSERVAÇÕES:

1. Pedidos a serem feitos na manifestação devem estar de pleno acordo com o tema proposto, ou seja:
a) FORA FORO DE SÃO PAULO - AUDITORIA JÁ;
b) FFAA JÁ.

2. Haverá proteção da Polícia Militar

3. Intervenção militar não significa ditadura militar, não significa golpe militar - é dispositivo constitucional (Constituição Federal Art. 142. A-S F-O-R-Ç-A-S A-R-M-A-D-A-S, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, E D-E-S-T-I-N-A-M--S-E à defesa da Pátria, À G-A-R-A-N-T-I-A D-O-S P-O-D-E-R-E-S C-O-N-S-T-I-T-U-C-I-O-N-A-I-S e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.). São as Forças Armadas (FFAA) intervindo em defesa da soberania, da democracia.

Saiba mais sobre o foro de são paulo -->>
http://foraforo.org/
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Patriotas, estamos chegando a um tempo em que literalmente ficaremos sem saída, um futuro à La Venezuela, à La Cuba, um futuro da URSAL (União das Repúblicas Socialistas Latino Americanas). Portanto, urge agirmos enquanto há possibilidade, enquanto é permitido, enquanto não há guerrilheiros armados, força nacional e legislação para nos combater.

Temos um governo que pretende implantar uma ditadura comunista no Brasil, isto é fato, é de conhecimento de uma grande parcela da população, e com a perfeita e harmoniosa colaboração dos partidos socialistas, que têm por objetivo estatutário a tal “democracia socialista”, e dos partidos sem objetivo estatutário algum, apenas destinados à locação.

Com a colaboração e ciência destes partidos, o comunismo está sendo implantado no Brasil sorrateira e imperceptivelmente, cumprindo regiamente a agenda do Foro de São Paulo e a agenda estabelecida pelo “stablishment” que financia a ONU, para implantar a Nova Ordem Mundial.

Antes de tudo, constatemos que em nossa dita “democracia”, dos 513 deputados, somente 35 foram realmente eleitos. Os demais estão lá por legenda, sem representatividade alguma, de forma que a Câmara dos Deputados de maneira alguma representa os interesses do povo, salvo raríssimas exceções, mas sim a si próprios e aos interesses do governo para atingir o grande salto, o salto da bandeira vermelha comunista sobre a bandeira do Brasil, o mesmo grande salto que Mao Tse Tung deu na China, o grande salto comunista.

Para demonstrar nossa indignação e contrariedade, escreveremos alguns pontos que o governo obstinadamente infringe a constituição e a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a fim de fazerem valer os malignos planos, repetimos, do Foro de São Paulo e Nova Ordem Mundial.

Não será por acaso que o Foro de São Paulo este ano será realizado, para planejarem o xeque mate ou arremate, na cidade de São Paulo, em 31 de julho, com a presença dos maiores chefes comunistas latino americanos, como irmãos Castro, irmãos Ortega, Cristina Kirshner, Evo Morales, Maduro, Mojica, Lula, Dilma, representantes da maioria dos partidos socialistas e comunistas, e simpatizantes.

1. O Brasil ficou em 39º lugar entre os 40 países analisados sobre habilidades cognitivas e realizações educacionais, o governo proíbe a instrução ministrada pelos próprios pais, e ministra cartilhas pornográficas gays que ferem os valores familiares, sem conhecimento dos pais;

2. O governo está a promover, inconteste, o terrorismo nas ruas, para que de alguma forma surja o “salvador da pátria” causando alívio ao povo, que aceitará qualquer coisa desde que a ordem esteja estabelecida;

3. Está em vias de serem aprovadas a PEC 33, que restringe a atuação do STF, a PEC 37 que fulmina o poder de investigação do Ministério Público, a PEC 105, que fere de morte a lei de improbidade administrativa, e a PLC 205 que aparelha a Advocacia Geral da União, quebrando assim a harmonia entre os três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), e transformando o país numa verdadeira ditadura vermelha, à revelia da constituição federal;

4. A aprovação do Marco Regulatório da Mídia e Censura da Internet através da estatização, à revelia da constituição federal;

5. O perdão de dívidas de países africanos, para que os ditadores continuem com a gastança particular às custas do suor do nosso trabalho;

6. A intolerância religiosa, à revelia da constituição federal;

7. A promoção do aborto, à revelia da constituição federal;

8. A redução do consentimento do sexo com menores para 12 anos consentindo a pedofilia, à revelia da constituição federal;

9. A predominância da minoria sobre a maioria fomentando a guerra entre classes sociais, raciais e sexuais, à revelia da constituição federal;

10. Confisco de propriedade, à revelia da constituição federal;

11. A institucionalização da corrupção bem como da impunidade;

12. O controle do rendimento da população e a criação de poupança fraterna (PEC);

13. O sucateamento das forças armadas e fim da polícia militar, para criação da Força Nacional como guarda pretoriana, à revelia da constituição federal;

14. Chamar um plebiscito para implantar o totalitarismo vermelho;

15. O desarmamento da população, deixando os bandidos totalmente armados, à revelia do referendo;

16. A vinda de guerrilheiros cubanos para o Brasil, disfarçados de médicos, para ensinar às pessoas simples do nosso extenso interior e sertão os métodos revolucionários;

17. A infiltração de membros das FARC em vários órgãos políticos;

18. A proibição das informações dos gastos com as viagens da Presidência da República, e de 46% dos gastos com uso dos cartões corporativos;

19. Empréstimos a Cuba declarados e em segredo de Estado, e,

20. Perdão de dívidas a países com ditadores;

21. Doação de ativos da Petrobrás para a Venezuela e Bolívia, ambos países socialistas.


É agora ou nunca! Ou a sociedade defende a constituição, a democracia e os direitos universais, ou será bem-vinda ao Admirável Mundo Novo (Aldous Huxley) diuturnamente policiada pelo Big Brother (1984 – George Orwell).
Como todo cristão, é nosso dever defender a nossa crença e deixarmos para o futuro um Brasil melhor do que aquele que vivemos e encontramos.

Todos contamos com seu comparecimento! Participe com sua família e convide seus amigos. Leve bandeiras do Brasil, faixas e cartazes. Compartilhe para que outras pessoas tenham conhecimento! Lembre-se que nosso único meio de divulgação é VOCÊ! DEPENDEMOS TOTALMENTE DE VOCÊ PARA O SUCESSO DO EVENTO!
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O perigo da volta da LULETARGIA

PT monta operação para abafar o ‘Volta Lula’

Reunião da executiva do partido expôs divergência interna e ala tenta pedir unidade a partidários

Conteúdo: Vera Rosa - O Estado de S.Paulo
Brasília - Em reunião marcada por críticas à falta de diálogo do governo Dilma, a Executiva do PT montou ontem uma operação para abafar o coro do "Volta Lula" e desviar o foco dos protestos nas ruas.
Depois de um dia de vaivém na base aliada, a cúpula petista defendeu, em público, a convocação de um "plebiscito já" para a reforma política, mesmo sabendo que não há qualquer chance de as mudanças entrarem em vigor na eleição de 2014. Além disso, o PT ressuscitou a proposta da Assembleia Constituinte exclusiva para a reforma política.
O racha, porém, ficou evidente. "O Tribunal Superior Eleitoral, ao fixar um prazo de 70 dias para a realização do plebiscito, inviabilizou que as alterações no sistema possam valer para 2014", afirmou o deputado Cândido Vaccarezza (SP). Para ele, o PT também não pode aceitar a sugestão de fim do voto secreto no Parlamento, tema encaminhado ao Congresso pela presidente Dilma Rousseff.
"Só ditadura tem voto aberto. Os Estados Unidos, com 200 anos de democracia, têm voto secreto. Por que o Brasil vai querer o aberto? É preciso que haja bom senso", protestou Vaccarezza.
As divergências dominaram a reunião. Na hora do almoço, a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, foi ao encontro pedir aos petistas que mantivessem a unidade. Disse que o governo enfrentava uma crise, uma situação econômica difícil e conclamou o PT a fazer uma forte manifestação de apoio a Dilma, deixando de lado as disputas com o PMDB.
"Quem fala na volta do Lula em 2014 está prestando um desserviço. Não podemos antecipar o fim do nosso governo", afirmou o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), numa referência à opinião do colega Devanir Ribeiro (PT-SP). Em entrevista ao Estado, Devanir disse que "já está na hora de Lula voltar". "Esse assunto não ganha ressonância ente nós", rebateu Rui Falcão. "Lula não dá guarida a isso". O líder do PT no Senado, Wellington Dias (PI), disse que o partido decidiu vetar o "Volta Lula" por uma questão de sobrevivência. "Somos 100% pela reeleição de Dilma. Seria muita covardia puxar esse "Volta Lula" nessa crise", insistiu Dias.

PT não explica e ninguém aparece para reclamar R$ 1,7 milhões

Justiça repassa à União R$ 1,7 milhões apreendidos com membros do PT em campanha

Fonte: Olhar Jurídico - Da Redação - Katiana Pereira


Foto: Polícia Federal
Pilhas com parte do R$ 1,7 mi apreendido pela PF em 2006
Pilhas com parte do R$ 1,7 mi apreendido pela PF em 2006
O juiz federal Paulo Cezar Alves Sodré determinou que os R$ 1,7 milhões apreendidos com membros do Partidos dos Trabalhadores (PT) às vésperas das eleições de 2006, seja integralmente repassado à União. O montante foi encontrado pela Polícia Federal em um hotel em São Paulo, com Gedimar Pereira Passos - que trabalhava na campanha para reeleição do ex-presidente Lula - e Valdebran Padilha - arrecadador da campanha do PT à Prefeitura de Cuiabá em 2004.

A informação é do Portal UOL. Segundo a publicação, até o momento ninguém reclamou o dinheiro. A origem de parte do dinheiro continua desconhecida.

Segundo o Ministério Público Federal em Mato Grosso, o valor seria usado para a compra de um suposto dossiê que revelaria o envolvimento do então candidato ao governo de São Paulo, José Serra (PSDB), com a organização criminosa que ficou conhecida como "máfia dos sanguessugas", de compra de ambulâncias superfaturadas.

O caso ficou conhecido como escândalo dos "aloprados". Em junho de 2012, a Justiça Federal aceitou denúncia do MPF-MT contra nove pessoas por crime contra o sistema financeiro nacional, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

Entre os denunciados, estão os "aloprados" Jorge Lorenzetti, Expedito Veloso, Osvaldo Bargas e Gedimar Pereira Passos, que trabalhavam na campanha de reeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Constam ainda da denúncia os nomes de Hamilton Lacerda, ex-braço direito do hoje ministro Aloizio Mercadante (Educação) e do empresário Valdebran Padilha, que em 2004 atuou como arrecadador da campanha petista à prefeitura de Cuiabá.

A denúncia atribui ao grupo os crimes de formação de quadrilha, contra o sistema financeiro, de lavagem de dinheiro e declaração de informação falsa em contratos de câmbio. Não foi provado o crime eleitoral.

Ministro da Previdência na lista da farra do Passe Livre da FAB


Ministro da Previdência também usou jato da FAB para ver jogo

LEANDRO COLON - Conteúdo Folha - DE SÃO PAULO

O ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho (PMDB), também usou um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) no fim de semana para ir ao Rio de Janeiro assistir à final da Copa das Confederações no Maracanã.
O ministro saiu de Brasília na sexta-feira às 6h com destino a Fortaleza para cumprir agenda oficial na cidade de Nova Morada (CE). O compromisso acabou pela manhã.
Em vez de retornar a Brasília, o ministro pediu que o avião, um Learjet 35, o levasse ao Rio, onde havia programado passar o fim de semana para ver o jogo da seleção brasileira contra a Espanha.

Garibaldi Alves no Poder e Política


O ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, participa do programa "Poder e Política", conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues
A aeronave saiu às 14h de sexta de Fortaleza e chegou às 17h no Rio. Em entrevista à Folha, Garibaldi contou que deu carona a um amigo, o empresário Glauber Gentil. Ambos viajaram num avião que comporta 10 passageiros.
"Eu não iria passar o fim de semana em Natal [terra do ministro]. Se fosse voltar para Brasília, teria optado por lá. Mas havia programado ir ao Rio. Fui para passar o fim de semana e ver o jogo", disse.
"Me senti no direito de o avião me deixar onde eu quisesse ficar", afirmou o ministro. "Já fiz isso outras vezes, porque na volta fico sempre no destino que eu me programei. Pedi com antecedência, senão ministro entra na fila."
Ele ganhou ingresso do Ministério do Esporte para o Maracanã e disse ter gostado do jogo. "Quem não gostou?"
O decreto 4244/2002, que disciplina o uso de aviões da FAB por autoridades, diz que os jatos podem ser requisitados quando houver "motivo de segurança e emergência médica, em viagens a serviço e deslocamentos para o local de residência permanente".
Ou seja, segundo o decreto, Garibaldi não poderia ir ao Rio porque não tinha agenda nem mora na cidade. O ministro disse que retornou para Brasília em voo comercial.
OUTROS CASOS
Garibaldi é primo do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que usou outro avião da FAB para ver o jogo da seleção. A Folha revelou na quarta-feira (3) que Alves levou sete convidados de Natal para o Rio. Glauber Gentil, que foi para o Rio com Garibaldi, pegou carona com Alves para voltar a Natal.
No mesmo dia, o presidente da Câmara disse que errou ao permitir que sete parentes pegassem carona em um avião da Fab para assistir ao jogo da seleção e devolveu à União R$ 9.700, segundo ele, equivale em bilhetes comerciais à carona dada a parentes em avião oficial.
Cotação com empresas de fretamento mostra que esse custo seria de ao menos R$ 158 mil.

Senado corta 53% dos royalties que iam para educação

Prometem, aprovam e modificam - ISSO É BRASIL!

Estimativa de repasse para a saúde também caiu, de R$ 69,77 bilhões para R$ 10,7 bi, em relação ao texto aprovado pela Câmara

Conteúdo: Ocimara Balmant - O Estado de S. Paulo
O projeto de lei que destina royalties do petróleo para educação e saúde, aprovado pelo Senado na noite de terça-feira, reduziu em 62% o montante direcionado às duas áreas em relação ao que havia sido votado pelos deputados.
Com isso, o repasse cai de R$ 279,08 bilhões para R$ 108,18 bilhões. No caso da educação, o porcentual diminui 53,43%: de R$ 209,31 bilhões para R$ 97,48 bilhões. Na saúde, com a redução de 84,7%, o valor despenca de R$ 69,77 bilhões para R$ 10,7 bilhões. A estimativa é da Consultoria Legislativa de Recursos Minerais, Hídricos e Energéticos da Câmara, com dados da Agência Nacional do Petróleo.
É um retrocesso ao clamor popular, avaliam especialistas. O projeto da Câmara, votado na semana passada em meio ao furor das manifestações que pediam 10% do PIB brasileiro para a educação, não chegava a alcançar esse porcentual, mas previa um acréscimo de 1,1% do PIB para o setor até 2022, chegando a 7% - hoje são 5,8%.
"A redução feita pelo Senado derrubou o porcentual de 1,1% para apenas 0,4% do PIB. Foi o anticlímax. Existia um ganho que não era o ideal, mas melhorava bem. Agora voltamos quase ao zero", diz o professor Luiz Araújo, especialista em financiamento e políticas públicas.
O relator do projeto é o líder do governo na Casa, senador Eduardo Braga (PMDB-AM), e as alterações, segundo os bastidores no Congresso, são resultado de um acordo entre governo e líderes partidários.
Entre as mudanças propostas pelo Senado, duas delas explicam a redução do investimento. A primeira é em relação aos contratos já assinados. Assim como a Câmara, o texto dos senadores mantém que royalties obtidos com a produção atual de petróleo, em contratos assinados desde 3 de dezembro de 2012, já sejam destinados ao setor. A diferença é que, pelo substitutivo, a regra vale só para os royalties que cabem à União: Estados e municípios ficam isentos da obrigatoriedade.
A outra alteração que interfere no montante de verbas é a questão do Fundo Social. O projeto do Senado destina 50% dos rendimentos dos recursos recebidos pelo Fundo Social, em vez do total. Isso significa que o excedente em óleo referente aos contratos de partilha de produção não será destinado às áreas de educação e saúde, a não ser pelos rendimentos.
"A nossa luta não é para criar pressão sobre a base econômica brasileira. O que pedimos para a educação não vai quebrar o País. Mudar tudo isso é chamar o povo de idiota. O País não pode abrir mão dessa conquista", afirma o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara.
Um estudo do professor Nelson Cardoso Amaral, especialista em financiamento da Universidade Federal de Goiás (UFG), mostra que, para chegar ao valor que os Estados Unidos investem por ano em cada estudante, o Brasil teria de empenhar 10% do PIB de hoje até 2040.
Um documento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresenta outras possibilidades para a necessidade de aumentar recursos, como a ampliação de impostos e a vinculação de parte das contribuições para o setor, até ações como melhorar a gestão e o controle social dos gastos públicos.
Empenho. Em nota, a assessoria de imprensa do senador Eduardo Braga, relator do projeto, diz que o valor estimado no projeto da Câmara era equivocado por basear-se em premissas não fundamentadas e que as alterações introduzidas no Senado buscaram aprimorar o texto, "minimizando o risco de judicialização e evitando o uso indevido do Fundo Social".
De acordo com a nota, "utilizar no País as receitas do Fundo Social contraria todos os princípios para os quais ele foi criado, especialmente a estabilidade econômica e a capacidade de competição".
Ao fim, o texto divulgado salienta que a iniciativa de vincular os 100% dos royalties do petróleo para a educação foi uma iniciativa do governo. "Portanto, o governo e o Parlamento brasileiro têm o maior interesse em aumentar as verbas, mas de maneira responsável e segura juridicamente."
Por causa das alterações realizadas, a matéria volta a ser discutida na Câmara. A Casa deve votar, na próxima semana, se aceita as modificações no texto ou se mantém o que havia sido aprovado anteriormente. Após essa decisão, o projeto segue para a presidente, que decidirá pelo sanção ou veto.

Eike Batista já está 92% menos bilionário

Conteúdo Estadão
Gustavo Santos Ferreira
O derrocada de Eike Batista nos negócios talvez só não seja tão grande quanto a ânsia dos meios de comunicação em apontar o dedo para a sua desgraça.
A agência Bloomberg destaca nesta quinta-feira, 4, em dinheiro, o tamanho da capotada do brasileiro que prometia ser o homem mais rico do mundo: desde o maior pico de sua fortuna, de U$ 34,5 bilhões em 2012, até o dia 2 de julho, Eike ficou 91,6% menos bilionário – e não “mais pobre”, convenhamos.
Eike. Já perdeu US$ 31,6 bilhões de seu império
A fortuna do magnata brasileiro está avaliada agora em US$ 2,9 bilhões, o equivalente a R$ 6,7 bilhões na cotação atual do dólar.
Os papéis da principal empresa do Grupo EBX de Eike, a petrolífera OGX, estão em queda há algum tempo. Mas nada se compara à queda livre em desfiladeiro dos três primeiros dias desta semana: desvalorização de 50,6%.
Desde seu maior valor histórico, as ações da empresa caíram 93%. Custavam R$ 23 em outubro de 201o. Chegaram a R$ 0,39 na quarta e podem vir a custar R$ 0,10 em breve.

Fim de linha? Na quarta-feira, a Bloomberg já havia destacado que Eike usou R$ 2,3 bilhões do próprio bolso para conseguir liberação de financiamento de R$ 10,4 bilhões do BNDES.

Mas, embora a instituição de fomento do governo federal do Brasil tenha sido generosa mão estendida para Eike no passado, a fonte deve ter secado.
O Financial Times destaca em seu site a resposta do ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, quando questionado se o governo ajudaria de novo Eike, agora a sair do buraco: “Não”, disse apenas.
O BNDES afirmou em nota considerar “muito pequena” a quantia com a qual se comprometeu com Eike. O FT mais uma vez não aliviou na avaliação:
“Pode ser ‘pequeno’ para o gigantesco BNDES – de longe a maior fonte de crédito para as empresas brasileiras -, mas, para os brasileiros que protestam nas ruas, é um carregamento de dinheiro que poderia ter sido mais bem utilizado noutro lugar.”
Esse ponto de vista talvez ajude a entender o fascínio causado pelo drama de Eike Batista.

Rejeição de aliados força Dilma a adiar plebiscito

RECUO - FRACASSO - DESESPERO - GOVERNO DESGOVERNADO
Rejeição de aliados força Dilma a adiar plebiscito
Conteúdo Folha - Poder
Governo reconhece que realização de consulta neste ano se tornou inviável
Presidente busca saída honrosa para vencer resistências no Congresso e promover mudanças em 2014
DE BRASÍLIA DE SALVADOR Pressionado pelos partidos de sua base aliada, o governo Dilma Rousseff desistiu de trabalhar para que o Congresso convoque um plebiscito sobre a reforma do sistema político brasileiro que produza efeitos já nas eleições de 2014.
O governo agora tentará viabilizar uma consulta no ano que vem, em março ou no fim do ano, para fazer mudanças que só começariam a valer nas eleições de 2016.
A definição sobre o momento e os temas do plebiscito dependerá do Congresso Nacional, que tem a prerrogativa de elaborar o decreto legislativo sobre a consulta.
Em dez dias, esse foi o segundo recuo do Palácio do Planalto na principal proposta de Dilma para responder às manifestações de rua.
O recuo do governo foi anunciado após uma reunião pela manhã do vice-presidente Michel Temer com os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça), Aloizio Mercadante (Educação) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e líderes de oito partidos aliados.
A falta de apoio no Congresso e os prazos impostos pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para realização do plebiscito foram determinantes para levar o governo a desistir da ideia de realizar a consulta antes de outubro.

CONSULTA INVIÁVEL
 
Temer disse que a consulta imediata foi inviabilizada pelo prazo fixado pelo TSE, pois o Congresso teria de aprovar a reforma antes de 5 de outubro para que as regras pudessem valer no ano que vem.
"Não há mais condições de fazer nenhuma consulta antes de outubro. Não havendo condições temporais para fazer a consulta, qualquer reforma que venha se aplicará nas próximas eleições e não para essa [2014]", disse ele após a reunião: "É uma ideia descartada no momento".
Ao longo do dia, o Planalto trabalhou para tentar desfazer a imagem de que recuara ou desistira do plebiscito. Em Salvador, Dilma reafirmou seu apoio à proposta: "Não sou daqueles que acreditam que o povo não é capaz de entender [o plebiscito] porque as perguntas são complicadas" e disse acreditar na "inteligência, esperteza e sagacidade do povo brasileiro".
A presidente ressaltou, porém, que só fez uma "sugestão": "Como o Executivo federal não pode fazer essa consulta, porque pela Constituição quem faz essa consulta é o Parlamento, Câmara e Senado, nós encaminhamos uma sugestão pedindo ao Congresso Nacional que convocasse esse plebiscito".
Cardozo reproduziu o argumento da presidente. Segundo ele, cabe ao Congresso definir o conteúdo e a data do plebiscito: "O governo não pode bater o martelo numa coisa [em] que não tem o martelo. Não é dele, é do Congresso. Nós só sugerimos".
Após a repercussão negativa de suas declarações sobre a inviabilidade de um plebiscito válido em 2014, Temer divulgou nota dizendo que tinha sido mal interpretado.
O vice disse que o governo "mantém a posição de que o ideal é a realização do plebiscito em data que altere o sistema político-eleitoral já nas eleições de 2014": "Minha declaração sobre a realização do plebiscito da reforma política relatou a opinião de alguns líderes da base".

'FRACASSO'
 
Inicialmente, Dilma havia sugerido um plebiscito para ouvir os eleitores sobre uma constituinte exclusiva sobre a reforma política. A ideia foi alvo de questionamentos jurídicos e ataques de políticos.
Para contornar o impasse, Dilma reapresentou a proposta de reforma política, mas defendeu que fosse feito um plebiscito este ano e enviou ao Congresso mensagem propondo que a população fosse ouvida sobre cinco pontos.
A oposição viu no recuo um "fracasso" do governo. Presidente do PSDB, o senador Aécio Neves (MG) disse que o plebiscito "já nasceu morto" e por isso o governo teve de reconhecer que a realização da consulta popular seria "inviável".

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/117378-rejeicao-de-aliados-forca-dilma-a-adiar-plebiscito.shtml
(MÁRCIO FALCÃO, TAI NALON, VALDO CRUZ, FERNANDA ODILLA E NELSON BARROS NETO)

Deputado diz que vereador do PT está "financiando vândalos" em manifestações

O PT e suas facções coligadas é que promovem o vandalismo
FORTALEZA - O deputado estadual Perboyre Diógenes (PMDB) fez duras críticas ao vereador Ronivaldo Maia (PT) durante sessão desta terça-feira na Assembleia Legislativa. Segundo o deputado, o petista estaria “financiando vândalos” durante os protestos ocorridos na Capital.
Na última quinta-feira, 27, Ronivaldo, que foi líder da ex-prefeita Luizianne Lins (PT) na Câmara Municipal, pagou a fiança de quatro manifestantes que foram detidos durante o protesto, realizado nas proximidades da Arena Castelão.
“Ronivaldo estava financiando vândalos na manifestação, incentivando e apoiando”, acusou Perboyre. O deputado afirmou ainda que “enquanto tiver petista no meio” dos protestos, continuarão ocorrendo problemas relativos a confrontos entre manifestantes e policiais.
O deputado Antônio Carlos (PT), que pertence ao mesmo grupo de Ronivaldo e Luizianne no PT, disse que as declarações de Perboyre são somente “mais uma manifestação da direita conservadora”. Segundo ele, o vereador apenas “acompanhou e prestou solidariedade” a alguns manifestantes que precisaram de ajuda.
O vereador Ronivaldo Maia (PT), líder do governo na Câmara Municipal durante gestão Luizianne Lins (PT), pagou a fiança de quatro manifestantes detidos durante a manifestação registrada no entorno da Arena Castelão, nessa quinta-feira, 27. Cada fiança ficou em R$ 500, no total de R$ 2 mil.
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Ficou, no entanto, acertado que haveria uma cota depois para reembolsar o que foi pago pelo petista. O vereador João Alfredo (PSOL) confirmou que está entre os que vão colaborar com essa cota. Alfredo, inclusive, compareceu ao 16º Distrito Policial após as manifestações.
Fonte: Redação O POVO Online, com informações do repórter Carlos Mazza

Protesto perto do prédio do governador do Rio termina em confronto

Cerca de 400 pessoas se reuniram nas imediações da casa de Sérgio Cabral (PMDB), no Leblon; seis manifestantes foram presos e quatro policiais militares ficaram feridos

Sergio Torres, Heloísa Aruth Sturm e Luciana Nunes Leal
Conteúdo: O Estado de S. Paulo

Manifestantes bloquearam o trânsito na Av. Delfim Moreira - Marcos de Paula/AE
Marcos de Paula/AE
Manifestantes bloquearam o trânsito na Av. Delfim Moreira
RIO - Seis manifestantes foram presos e quatro policiais militares ficaram feridos durante confronto no fim da noite de quinta-feira, 4, na rua Aristides Espíndola, onde fica o prédio habitado pelo governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) no Leblon.
Havia cerca de 400 manifestantes, segundo a Polícia Militar (PM), quando o tumulto começou.
Bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral foram atiradas por policiais na avenida Delfim Moreira, na praia do Leblon, endereço de alguns dos mais caros imóveis cariocas. Manifestantes apedrejaram as tropas e os edifícios de luxo da orla.
Com o estouro dos explosivos, os manifestantes dispersaram-se. Muito deles correram para a areia em direção à praia de Ipanema. Foram perseguidos pelos integrantes das tropas do Batalhão de Choque. Segundo lideranças dos protestos, as pessoas foram agredidas e humilhadas, pois teriam sido obrigadas a permanecer deitadas de bruços, com os rostos enterrados na areia.
A manifestação, batizada de "Ocupa Cabral", começou a partir das 18h. Além de exigir melhorias nas áreas de saúde, educação e segurança pública, transparências nos negócios públicos e o fim da violência policial, os manifestantes reclamavam de dois procedimentos do governador em relação ao movimento.
A primeira queixa era a de que Cabral forjou uma reunião no Palácio Guanabara (sede do governo) com líderes do movimento. Os cinco convidados, segundo os líderes do protesto, eram pessoas sem representatividade, que teriam sido infiltradas no movimento pelo governo estadual. Duas delas estiveram no protesto de ontem e foram expulsas após serem ofendidas e ameaçadas de agressão.
A segunda queixa tratava da expulsão, durante a madrugada de terça-feira passada, de 15 manifestantes que, havia 11 dias, acampavam na esquina do edifício do governador.
Após o confronto, a PM informou que quatro policiais foram atingidos por pedregulhos e tiveram que ser hospitalizados. Os seis manifestantes presos, acusados de agredir os PMs, acabaram liberados durante a madrugada. Um deles foi flagrado com maconha, segundo a polícia.
Mais cedo, uma equipe da TV Record foi encurralada por manifestantes mais exaltados, que foram agressivos com a repórter. Os jornalistas tiveram de deixar o local, com a ajuda de outros participantes do protesto, que fizeram um cordão de isolamento.
No ato desta quinta, cerca de 30 pessoas usaram guardanapos de pano amarrados na cabeça, numa referência a uma comemoração que reuniu Cabral, secretários de Estado e o empresário Fernando Cavendish, dono da Construtora Delta, em Paris. Naquela festa, alguns integrantes dançaram usando guardanapos na cabeça.
O protesto foi organizado pela internet por um grupo que se intitula Anonymus Rio. Os ativistas previam reunir 10 mil pessoas, e na internet 9 mil confirmaram presença.