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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Guerrilheiros - comunistas ideólogos estão sendo preparados há anos

da redação OEB

Há mais de dez anos o PT organiza aquilo que eles chamam de revolução. A mesma que já está custando vidas há tempos. Tanto na
indiferença quanto à miséria, como no sumiço (assassinato) de testemunhas (vide caso Celso Daniel) e denunciantes de falcatruas, corrupção e tudo de ilícito que estão fazendo.
Ocorre que tivemos um início de revolução, com o povo nas ruas que agora está abafado pela mídia ameaçada. Os protestos e movimentos continuam, porém, somente alguns comentários escapam na mídia e as notícias foram proibidas pelo Planalto. A ditadura está em plena atividade! A censura é a maior prova disso!
O povo não pode se calar agora!
É preciso acompanhar as redes sociais, a mesma que derrubou vários totalitários no resto do mundo e, no Brasil não será diferente.
O governo de transição, campanha que ganha força nas redes, é a única saída, porque o atual (na sua totalidade) não é possível de se recuperar. Recupera-se o que está danificado, mas o que está podre, deve ser eliminado.
O movimento que mais cresce nas redes é de aclamação às Forças

Armadas, para garantir a instituição de um governo provisório (já que os militares não querem governar) até a convocação de novas eleições, sem as claramente inseguras urnas eletrônicas que, por motivo óbvio, o PT insiste em manter.
                                   
Conteúdo wphotography


“Médicos cubanos”: eu não sabia e você???
By wphotography – 9 luglio 2013 Posted in: Brasil
alunos-de-medicina1 Por Marco Aurélio Albuquerque
Em 2006 o PT abriu seleção de bolsas para estudar medicina em Cuba, exclusivamente para membros do PT e seus familiares ou amigos.
Não foi um concurso aberto, os beneficiários com estas bolsas, filhos de deputados, vereadores, senadores petistas e outros afiliados, se formaram em 2012 e querem voltar para o Brasil, mas não conseguem ser aprovados no exame Revalida.
A solução foi criar a farsa da importação de “médicos cubanos” com a desculpa de suprir postos de trabalho que os médicos brasileiros não querem ocupar.
Para isso seria necessária a licença automática para esses médicos atuarem no Brasil sem a prova de revalidação de diploma.
Obviamente estes postos não serão ocupados pelos filhos do PT, que certamente serão alocados em excelentes empregos dentro do próprio governo, mas pelos “médicos internacionalistas” (formação que equivale a enfermeiro, segundo o ministro da saúde paraguaia. São formados para atuar em situações de probreza extrema, dando assistência primária, fazendo curativos, dando injeções, pequenas cirurgias, tratando gripes e resfriados, etc.).
DEU PARA ENTENDER O PORQUE DA IMPORTAÇÃO DOS “MÉDICOS CUBANOS”?
“O povo brasileiro, mais uma vez está caindo numa farsa política em que a situação da saúde ficará apenas pior”.

Vamos divulgar mais essa vergonha!

Fonte: Grupo Dignidade Médica

domingo, 7 de julho de 2013

PT - A usina de fraudes - Joaquim Barbosa é inocente

da redação OEB*  
A fábrica de falcatruas, falsos dossiês, notícias falsas e difamações, mais uma vez, foi acionada no esgoto político que sedia a facção que responde a verdade com mentiras e a ética com a falta de caráter. Obedecendo as instruções castristas: "Quando te acusarem, acuse-os".
Os ineptos acreditam que a mentira é duradoura e a verdade pode ser mascarada e esquecida. A prova maior da falta de honra que não lhes permitem aceitar, sequer, as leis imutáveis do SER que os criou.

Conteúdo: Direto ao Ponto - Augusto Nunes

Para azar da seita que venera corruptos, Joaquim Barbosa é homem honesto

O ministro Joaquim Barbosa já esclareceu que nunca figurou em listas de passageiros da FABTur.
Quando viaja de Brasília para o Rio, o presidente do Supremo Tribunal Federal usa passagens aéreas da cota a que têm direito todos os integrantes da corte. Foi o que fez na última sexta-feira de maio, quando embarcou para o fim de semana em seu endereço carioca.

Na tarde de 2 de junho, convidado por Luciano Huck, Barbosa assistiu no camarote do apresentador da Globo ao jogo entre o Brasil e a Inglaterra. Ele não estava no Maracanã na final da Copa das Confederações. Estes são os fatos. O resto é coisa dos blogueiros de aluguel a serviço dos corruptos que o ministro não tem medo de punir. São eles os incumbidos de disseminar invencionices que eventualmente confundem também jornalistas íntegros.

Como já não pode esconder que é chefiada por sacerdotes bandidos, a seita lulopetista mantém ativada 24 horas por dia a usina de mentiras destinadas a provar que todos os brasileiros são gatunos ou vigaristas. A infâmia do momento tenta anexar uma viagem regular do relator do mensalão à farra aérea protagonizada por gente como Lula, Rose Noronha, Sérgio Cabral, Garibaldi Alves, Renan Calheiros ou Henrique Alves.

Infelizmente para o bando que venera quadrilheiros, o ministro nada fez de ilegal ou imoral. Para desgraça dos mensaleiros e seus comparsas, e para sorte do país que presta, os defeitos de Joaquim Barbosa não incluem a desonestidade. Ele só virou alvo do clube dos cafajestes por ter provado que existem juízes no Brasil.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

PT não explica e ninguém aparece para reclamar R$ 1,7 milhões

Justiça repassa à União R$ 1,7 milhões apreendidos com membros do PT em campanha

Fonte: Olhar Jurídico - Da Redação - Katiana Pereira


Foto: Polícia Federal
Pilhas com parte do R$ 1,7 mi apreendido pela PF em 2006
Pilhas com parte do R$ 1,7 mi apreendido pela PF em 2006
O juiz federal Paulo Cezar Alves Sodré determinou que os R$ 1,7 milhões apreendidos com membros do Partidos dos Trabalhadores (PT) às vésperas das eleições de 2006, seja integralmente repassado à União. O montante foi encontrado pela Polícia Federal em um hotel em São Paulo, com Gedimar Pereira Passos - que trabalhava na campanha para reeleição do ex-presidente Lula - e Valdebran Padilha - arrecadador da campanha do PT à Prefeitura de Cuiabá em 2004.

A informação é do Portal UOL. Segundo a publicação, até o momento ninguém reclamou o dinheiro. A origem de parte do dinheiro continua desconhecida.

Segundo o Ministério Público Federal em Mato Grosso, o valor seria usado para a compra de um suposto dossiê que revelaria o envolvimento do então candidato ao governo de São Paulo, José Serra (PSDB), com a organização criminosa que ficou conhecida como "máfia dos sanguessugas", de compra de ambulâncias superfaturadas.

O caso ficou conhecido como escândalo dos "aloprados". Em junho de 2012, a Justiça Federal aceitou denúncia do MPF-MT contra nove pessoas por crime contra o sistema financeiro nacional, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

Entre os denunciados, estão os "aloprados" Jorge Lorenzetti, Expedito Veloso, Osvaldo Bargas e Gedimar Pereira Passos, que trabalhavam na campanha de reeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Constam ainda da denúncia os nomes de Hamilton Lacerda, ex-braço direito do hoje ministro Aloizio Mercadante (Educação) e do empresário Valdebran Padilha, que em 2004 atuou como arrecadador da campanha petista à prefeitura de Cuiabá.

A denúncia atribui ao grupo os crimes de formação de quadrilha, contra o sistema financeiro, de lavagem de dinheiro e declaração de informação falsa em contratos de câmbio. Não foi provado o crime eleitoral.

Senado corta 53% dos royalties que iam para educação

Prometem, aprovam e modificam - ISSO É BRASIL!

Estimativa de repasse para a saúde também caiu, de R$ 69,77 bilhões para R$ 10,7 bi, em relação ao texto aprovado pela Câmara

Conteúdo: Ocimara Balmant - O Estado de S. Paulo
O projeto de lei que destina royalties do petróleo para educação e saúde, aprovado pelo Senado na noite de terça-feira, reduziu em 62% o montante direcionado às duas áreas em relação ao que havia sido votado pelos deputados.
Com isso, o repasse cai de R$ 279,08 bilhões para R$ 108,18 bilhões. No caso da educação, o porcentual diminui 53,43%: de R$ 209,31 bilhões para R$ 97,48 bilhões. Na saúde, com a redução de 84,7%, o valor despenca de R$ 69,77 bilhões para R$ 10,7 bilhões. A estimativa é da Consultoria Legislativa de Recursos Minerais, Hídricos e Energéticos da Câmara, com dados da Agência Nacional do Petróleo.
É um retrocesso ao clamor popular, avaliam especialistas. O projeto da Câmara, votado na semana passada em meio ao furor das manifestações que pediam 10% do PIB brasileiro para a educação, não chegava a alcançar esse porcentual, mas previa um acréscimo de 1,1% do PIB para o setor até 2022, chegando a 7% - hoje são 5,8%.
"A redução feita pelo Senado derrubou o porcentual de 1,1% para apenas 0,4% do PIB. Foi o anticlímax. Existia um ganho que não era o ideal, mas melhorava bem. Agora voltamos quase ao zero", diz o professor Luiz Araújo, especialista em financiamento e políticas públicas.
O relator do projeto é o líder do governo na Casa, senador Eduardo Braga (PMDB-AM), e as alterações, segundo os bastidores no Congresso, são resultado de um acordo entre governo e líderes partidários.
Entre as mudanças propostas pelo Senado, duas delas explicam a redução do investimento. A primeira é em relação aos contratos já assinados. Assim como a Câmara, o texto dos senadores mantém que royalties obtidos com a produção atual de petróleo, em contratos assinados desde 3 de dezembro de 2012, já sejam destinados ao setor. A diferença é que, pelo substitutivo, a regra vale só para os royalties que cabem à União: Estados e municípios ficam isentos da obrigatoriedade.
A outra alteração que interfere no montante de verbas é a questão do Fundo Social. O projeto do Senado destina 50% dos rendimentos dos recursos recebidos pelo Fundo Social, em vez do total. Isso significa que o excedente em óleo referente aos contratos de partilha de produção não será destinado às áreas de educação e saúde, a não ser pelos rendimentos.
"A nossa luta não é para criar pressão sobre a base econômica brasileira. O que pedimos para a educação não vai quebrar o País. Mudar tudo isso é chamar o povo de idiota. O País não pode abrir mão dessa conquista", afirma o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara.
Um estudo do professor Nelson Cardoso Amaral, especialista em financiamento da Universidade Federal de Goiás (UFG), mostra que, para chegar ao valor que os Estados Unidos investem por ano em cada estudante, o Brasil teria de empenhar 10% do PIB de hoje até 2040.
Um documento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresenta outras possibilidades para a necessidade de aumentar recursos, como a ampliação de impostos e a vinculação de parte das contribuições para o setor, até ações como melhorar a gestão e o controle social dos gastos públicos.
Empenho. Em nota, a assessoria de imprensa do senador Eduardo Braga, relator do projeto, diz que o valor estimado no projeto da Câmara era equivocado por basear-se em premissas não fundamentadas e que as alterações introduzidas no Senado buscaram aprimorar o texto, "minimizando o risco de judicialização e evitando o uso indevido do Fundo Social".
De acordo com a nota, "utilizar no País as receitas do Fundo Social contraria todos os princípios para os quais ele foi criado, especialmente a estabilidade econômica e a capacidade de competição".
Ao fim, o texto divulgado salienta que a iniciativa de vincular os 100% dos royalties do petróleo para a educação foi uma iniciativa do governo. "Portanto, o governo e o Parlamento brasileiro têm o maior interesse em aumentar as verbas, mas de maneira responsável e segura juridicamente."
Por causa das alterações realizadas, a matéria volta a ser discutida na Câmara. A Casa deve votar, na próxima semana, se aceita as modificações no texto ou se mantém o que havia sido aprovado anteriormente. Após essa decisão, o projeto segue para a presidente, que decidirá pelo sanção ou veto.